Retrospectiva 2020 + Feliz 2021!

31.12.20 Renata Carvalho 0 Comments



2020 foi o ano mais atípico que eu já vivi em toda a minha vida! Se no passado tivessem me falado que toda a população mundial teria que ficar de quarentena por conta de um vírus, eu nunca teria acreditado, nem mesmo conseguiria imaginar como seria isso. No entanto, foi o que aconteceu nesse ano.

Foi muito esquisito mesmo ver as pessoas sempre em casa e não mais saindo pra festas e baladas, se reunir com os amigos e familiares, se aglomerar em qualquer lugar e por qualquer motivo porque antes essa era a coisa mais comum do mundo. Hoje em dia, aglomerações são vistas como algo perigoso por conta do Corona Vírus. O álcool em gel e as máscaras se tornaram itens obrigatórios em toda parte.

Por conta disso, 2020 nem teve tantas novidades assim, fiquei mais em casa mesmo, e por isso nem tirei tantas fotos assim pra postar nas redes sociais, não tinha muito o que postar, era só eu em casa o tempo inteiro. Ainda assim, em hipótese alguma eu queria deixar de fazer essa retrospectiva porque gosto de documentar aqui cada ano da minha vida!
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JANEIRO
• O ano começou péssimo por conta de algumas decepções com algumas pessoas. • Foi um mês super nublado, fez muito frio em pleno verão. • Viajei para as praias de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, com a minha família como fazemos todos os anos e foi legal, tinha dias que o tempo abria um solzinho. • Também passei dias apreensiva e desanimada com os resultados das provas que fiz no ano anterior.

• Nesse mês também viajei sozinha de ônibus para o Rio de Janeiro a convite de um amigo que mora lá, tudo isso pela primeira vez na vida, e foi uma experiência muito impactante pra mim por ser algo muito grande e novo. Vivi várias coisas novas, conheci pontos turísticos famosos do Rio e amei cada segundo.




FEVEREIRO
• Mais um mês que continuei na bad, mas pelo fato de não ter passado nas provas que eu queria (fiquei em 3º lugar e só tinha 2 vagas que as duas pessoas na minha frente pegaram, nenhuma desistiu). • Recomeçaram as aulas no cursinho online nesse mês, mas eu estava completamente desanimada para me dedicar depois de tudo. • Tiveram mais decepções com mais pessoas. • O mês continuou estranhamente frio. • E minha irmã caçula anunciou que estava grávida, notícia essa que mudou a nossa família para sempre, com a perspectiva da chegada de um novo membro.




MARÇO
• Finalmente meu humor começou a dar uma melhorada, depois de dois meses na bad. • Meus pais assinaram o Amazon Prime e pude começar a ser sub no canal da Twitch do Dimas, um streamer que adoro e que acompanho desde 2018. • Também compramos a Alexa. • Eu abandonei os estudos no cursinho online por conta do desânimo em me dedicar como deveria.

• Foi nesse mês também que o mundo virou um caos por conta do Corona Vírus, obrigando todo mundo a ficar de quarentena em casa para evitar que o vírus se espalhasse o máximo possível. Foi muito estranho não poder sair mais, até pra mim que costumo ser uma pessoa muito caseira. • E ironicamente, justo quando não podíamos mais sair, foi quando o tempo começou a dar uma melhorada e a fazer calor.




ABRIL
• Seguimos na quarentena. • Comecei a assistir os filmes do Studio Ghibli que a Netflix disponibilizou na plataforma. • Fiquei bastante viciada em acompanhar as lives de Animal Crossing do Dimas na Twitch (já que eu não jogo porque é muito caro) e isso foi uma salvação para distrair a cabeça na quarentena. • Meu pai testou positivo para o Corona Vírus e ficou muito mal sem poder sair do apartamento dele, com febre.

• Minha irmã descobriu que o bebê dela é um menino. • Depois de 40 dias em quarentena, saí pela primeira vez para ir ao mercado. • Comemorei o fim daquela bosta de BBB 2020 que esse ano foi mais insuportável do que nunca. • E finalmente fiz a minha inscrição na autoescola.




MAIO
• Finalmente fui ao dentista para arrancar os dois últimos sisos que me faltavam. • Passei três semanas sentindo dores na boca até passar, mas estava muito feliz e aliviada por finalmente ter feito isso, coisa que eu estava enrolando faz tempo. • Aqui em casa estávamos cozinhando todos os nossos pratos favoritos e comendo bastante nessa quarentena. • E esse foi o último mês que pintei meu cabelo, depois disso deixei a raiz crescer.




JUNHO
• Nessa quarentena eu virei a louca da organização, fiquei querendo organizar tudo usando caixas e colmeias organizadoras compradas no mercado e pela internet. • Também criei coragem para mexer no layout daqui do blog e deixar ele do jeito que eu queria porque a quarentena me deixou com saudade de voltar a blogar.




JULHO 
• Quarentena começou a dar uma flexibilizada em toda parte. • E também nesse mês foi a volta oficial daqui do blog, coisa que me deixou muito feliz!




AGOSTO
• Cortei o meu cabelo bem curto, na altura do ombro (antes estava batendo na minha cintura) e fiz progressiva, estava precisando, e voltei a pintar a raiz do meu cabelo. • Assinamos o Kindle Unlimited. • Terminei de assistir todos os filmes do Studio Ghibli na Netflix e curti muito. • Esse foi um mês que fiquei muito viciada em Fullmetal Alchemist, assisti todos os animes e filmes e li todos os mangás. • E meu sobrinho nasceeeu: Aruãn.




SETEMBRO
• Meu vício do momento se tornou a Steam e passei a jogar mais. • Os jogos que mais marcaram meu mês foram: GRIS, Among Us e Euro Truck Simulator 2. • E nesse mês eu completei 30 anos de idade (embora não pudesse ter comemoração por causa da quarentena, e isso foi triste).




OUTUBRO
• O vício em Among Us continuava, inclusive joguei bastante nas lives do Dimas na Twitch e fiquei conhecida entre o pessoal como “impostora” só porque eu era boa em matar sem ser descoberta no jogo, haha, foi divertido. • Finalizei a leitura dos 13 livros de Desventuras em Série que demorei três anos para ler tudo. • Teve um bate e volta para a praia de Bertioga/SP com a família. • E os novos jogos marcantes do mês foram: Don’t Starve Together, Florence e Reigns.




NOVEMBRO
• Passeio em Extrema/MG numa manhã de sábado, estava vazio o parque. • Lançamento do Disney+ no Brasil, no dia 17 desse mês, e nós assinamos, gostei muito. • Estreia da 4ª temporada de The Crown que foi maravilhosa, assisti tudo num dia só. • O Gambito da Rainha foi uma minissérie que eu adorei e que marcou o mês de um monte de gente, foi bastante comentada. • Novos jogos do mês: Little Misfortune, To the Moon e Poly Bridge.




DEZEMBRO
• Fiquei arrasada porque a minha gata morreu, Lylú tinha 13 anos e era o xodó da nossa família, nos marcou muito e amávamos ela muito. • Estreia da 1ª temporada dos Bridgertons, maratonei tudo em 1 dia, amei. • Natal foi ameno e normal como todo ano. • Finalzinho do ano eu peguei uma gripe e depois tosse. • Terminando o ano neutra, o que já é uma vitória, melhor do que estar na bad.



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Document Your Life (2020) – clique aqui
To Do (2020) – clique aqui

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Feliz 2021!
Que a vacina venha logo e que funcione para que possamos nos aglomerar novamente!


2020 foi o ano mais atípico que eu já vivi em toda a minha vida! Se no passado tivessem me falado que toda a população mundial teria que fic...

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Melhores do Ano 2020

27.12.20 Renata Carvalho 0 Comments


Era para esse post estar incluso na Retrospectiva, mas ele ficou tão grande que eu achei que ele merecia um post só dele. Sendo assim, pela primeira vez aqui no blog, resolvi fazer um Melhores do Ano para marcar aquele livro, filme, série, jogo, etc. que mais marcou o meu ano, independente dele ter sido lançado nesse ano ou não.

Ao longo dos anos, pode ser que novas categorias surjam e outras deixem de existir, dependendo das coisas que me marcaram no ano ou não.
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          • MELHOR LIVRO: toda a série Os Bridgertons, da Julia Quinn 
Essa série foi uma releitura, já tinha lido em 2015, mas quis ler de novo por causa da série que seria lançada na Netflix e me apaixonei tudo de novo por essa história.

          • MELHOR FILME: Túmulo dos Vagalumes (1988) 
Após assistir todos os filmes do Studio Ghibli lançados na plataforma da Netflix esse ano, fiz questão de ir atrás pra assistir esse também que ficou de fora e que todo mundo falava que era bom e devastador ao mesmo tempo. A história é tão chocante que me marcou e até hoje lembro dela.

          • MELHOR DOCUMENTÁRIO: Democracia em Vertigem (2019) 
Documentário brasileiro que foi indicado no Oscar, mas devia ter ganhado. Não consegui assistir sem me revoltar a cada segundo, precisa estar preparado.

         MELHOR SÉRIE (TEMPORADA): Bridgerton – 1ª temporada 
Assisti várias séries maravilhosas esse ano, foi triste ter que escolher apenas uma, mas não tinha como não ser essa. Eu estou há anos esperando impacientemente por essa série desde que li os livros, e quando ela finalmente estreou no finalzinho desse ano, eu amei cada segundo e não conseguia fazer outra coisa da vida até terminar tudo, haha.

         MELHOR MINISSÉRIE: O Gambito da Rainha 
Essa foi uma minissérie que deu o que falar quando lançou de tão maravilhosa que ela é e que fez muita gente querer aprender a jogar xadrez, haha. Eu aprendi a jogar quando era criança, mas confesso que deu saudades de voltar a jogar depois disso.

         MELHOR SÉRIE DOCUMENTAL: Explicando 
Conheci e me tornei muito fã dessa série em formato de documentário que aborda vários assuntos interessantes e curiosidades sobre diversos temas, como por exemplo a nossa mente, o sexo, o coronavírus, a música, o politicamente correto, maconha, piratas, inteligência animal, beleza, etc.

         MELHOR ANIMAÇÃO/ANIME: Fullmetal Alchemist: Brotherhood 
Esse ano resolvi dar uma chance para os animes e esse foi o primeiro que assisti na vida. O tanto que eu amei não dá nem para descrever, fiquei tão viciada que assisti ao anime original e o novo, além de ler todos os mangás.

         MELHOR JOGO: Among Us 
Eu já era super fã desse jogo, jogava desde 2019, porém esse ano teve um hype enorme em cima dele que todo mundo começou a jogar e eu fiquei mais viciada do que nunca. O auge era eu jogar nas lives do Dimas na twitch e ser tão boa ao fingir inocência quando matava alguém que passei a ser conhecida como “Impostora” entre o pessoal, eles desconfiavam de mim em 100% do tempo, até mesmo quando eu não jogava, hahaha.

         MELHOR MÚSICA: Old Town Road, do Lil Nas X 
Essa música nem é desse ano, porém foi a que mais ouvi repetidamente em 2020. Ela tem uma batida muito gostosa e animada, não dá pra ficar parado, dá até vontade de montar em um cavalo e sair vagando por aí com essa música de trilha, hahaha.

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Para ver as listas completas de 2020: 

Livros: 17 lidos – clique aqui
Filmes: 106 assistidos – clique aqui
Documentários: 12 assistidos – clique aqui
Seriadosclique aqui
- 9 séries (15 temporadas)
- 3 minisséries
- 5 séries documentais
- 5 animações e animes
Jogos: 14 jogados – clique aqui
Músicas: 3.610 minutos ouvidos – clique aqui

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Por conta da quarentena, passando muito mais tempo em casa, e também assinando mais serviços de streaming, acabei me jogando de cabeça no entretenimento dos filmes e séries esse ano, consegui ficar em dia com várias, também me obriguei a ter uma rotina com a leitura para ler mais livros, e consegui cumprir a meta de assistir 1 documentário por mês. Até mesmo descobri coisas novas esse ano como as minisséries, os animes e também vários jogos novos. 

Eu adoro isso tudo e adoro anotar cada coisa que eu leio, assisto, ouço, jogo, etc. Não é pra nenhuma finalidade específica, simplesmente gosto de fazer isso, haha.

E quem quiser acompanhar todas essas coisas ao longo do ano, me siga:
Skoob (livros)  Letterboxd (filmes e documentários)  Steam (jogos)  Spotify (música)


Era para esse post estar incluso na Retrospectiva, mas ele ficou tão grande que eu achei que ele merecia um post só dele. Sendo assim, pela ...

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Lylú, para sempre no meu coração

15.12.20 Renata Carvalho 0 Comments



No último dia 09/12, uma quarta-feira de manhã, minha gata Lylú faleceu. Ela tinha 13 anos e 9 meses e estava velhinha e doente, extremamente fraca, já estávamos dando remédios receitados pela veterinária e também ração especial, mas infelizmente ela não resistiu e morreu. 

Claro que fiquei extremamente arrasada, afinal eu e minha família ficamos com ela por 13 anos maravilhosos, com ela nos fazendo muito felizes, e ela foi bastante mimada e amada por todos nós, mas infelizmente chegou a hora dela. 

Resolvi fazer esse post como um legado, apenas contando como ela era porque eu quero me lembrar dela pra sempre. Não pretendia fazer um post tão grande assim, mas foi o que saiu enquanto escrevia e eu não quis mudar nada nele.

Ah, e um post relacionado que já fiz aqui no blog sobre a Lylú foi esse: TAG: Meu Bichinho de Estimação – Lylú
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O início
Lylú nasceu em fevereiro de 2007, mas como não sabíamos o dia exato, resolvemos escolher o dia 17 pra ficar junto com a minha irmã que faz aniversário no dia 17/02. 

Porém só fomos conhece-la mesmo em julho desse ano, quando fomos visitar um tio meu que tinha uma gata que tinha dado cria e os filhotes já estavam com cinco meses. Um deles era a Lylú. Resolvemos adotá-la para fazer companhia a um gato macho que a gente já tinha, e também porque ela era fêmea (sempre gostamos de ter um macho e um fêmea de gatos na família, mas claro, sempre castrados, nunca pra procriar). E levamos ela pra casa. 

Na época morávamos numa casa que ficava num terreno de final de rua que pertencia ao meu avô e no qual apenas a família podia construir casas ali se quisesse, então nós vivíamos rodeados dos nossos parentes. 

Lylú era uma filhote super fofa, brincalhona, cheia de energia. Ela corria por aquele terreno inteiro, subia em árvore e sabia voltar para casa depois. Ela também tentava brincar com o outro gato, mas ele já era mais velho e não estava a fim, haha. Ele era todo preto, coisa mais linda, e tinha o nome mais manjado de todos pra um gato preto: Salem. 

Bom, uma amiga minha da escola tinha uma cachorrinha chamada Capitu, e ela resolveu mudar o nome dela para “Kapytu” em homenagem a uma outra amiga nossa que se chama Jessyka. Sim, com Y e K. Daí eu resolvi ir na onda e mudar o nome da gata, que inicialmente se chamada “Lilú”, para “Lylú” com Y. Foi na brincadeira, mas que ficou. 

Os anos passaram e infelizmente o Salem faleceu com 4 anos. Nós não sabíamos que ele comia comida do lixo sempre que saía para passear no terreno (a Lylú não fazia isso), e quando ele ficou muito doente, já era tarde demais. 
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Um novo lar e momento ruim 
Ficamos apenas com a Lylú, até que em junho de 2009, quando ela tinha apenas 2 anos, nós nos mudamos. Fomos morar em um apartamento que ficava no terceiro e último andar de um condomínio fechado. Um lugar menor do que a casa, mas que mesmo assim gostamos muito. Claro que colocamos tela em todas as janelas para que a gata ficasse segura. 

Ela estranhou muito no início, mas como nós estávamos sempre por perto fazendo carinho pra ela se acalmar e mostrando o apartamento (onde ficavam a água e comida e também a caixa de areia), logo ela se adaptou muito bem e ficou à vontade. O máximo que ela tinha permissão pra sair era no corredor bem em frente ao apartamento e que é ao ar livre onde bate sol, e logo ela aprendeu que deve ficar somente ali, sem subir no muro ou descer as escadas. 

Infelizmente aconteceu somente uma vez de ela não obedecer e subir no beiral do vizinho que não tinha tela, nós chamamos desesperados, mas ela não vinha, batemos na porta da vizinha pra pedir para ela nos deixar pegar a gata na janela dela, mas a mulher não apenas não abriu a porta, como também empurrou a gata do terceiro andar. 

Foi um dos momentos mais desesperadores da minha vida, parecia que eu estava vendo em câmera lenta ela ser jogada no ar e cair três andares. A sorte extrema é que ela caiu exatamente no jardim, na terra fofa e sobreviveu, não machucou nada. Não fomos brigar com aquela vizinha mal amada pra não criar confusão, ainda mais porque éramos novos no condomínio e a gata estava bem, mas o karma agiu depois, ela morreu uns anos mais tarde (já era idosa), enquanto que a Lylú esbanjava saúde, haha. 

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A chegada do Garu 
Bom, no mesmo ano que mudamos pra esse apartamento, resolvemos adotar outro gato, daí em outubro de 2009, chegou o Garu, macho de pelo laranja, coisa mais linda e fofa, e que como sempre, foi castrado depois. A ideia era um fazer companhia para o outro, mas a Lylú não curtiu muito essa ideia, haha. 

Primeiro a Lylú morreu de ciúmes e não queria ficar perto dele, vivia miando chorando, por mais que a gente fizesse de tudo pra dar carinho e atenção pra ela, mostrar que ela não seria esquecida só porque agora tinha um novo gato, haha, mas ela continuava miando. Um dia minha mãe se cansou dos miados e colocou ela perto dele forçada mesmo, e desse dia em diante ela teve que aprender a conviver com ele. 

A Lylú era um pouco estranha, nunca entendemos direito as atitudes dela com o Garu. Depois que eles se acostumaram um com o outro, eles começaram a brincar de “lutinha” porque o Garu ainda era um bebê e super brincalhão, cheio de energia, e a Lylú brincava com ele, nunca brigaram de verdade. 

E ela também gostava de lamber ele e ele ficava parado curtindo as lambidas, mas depois que cansava de lamber, ela dava uma patada na cara dele [?] assim do nada. Ela fazia isso sempre, se aproximava pra lamber ele, e logo em seguida batia nele, não adiantava a gente brigar com ela pra ela não fazer isso, ela continuava. Claro que logo o Garu aprendeu a não aceitar mais as lambidas dela, porque ele já sabia que ia apanhar dela logo em seguida, daí já se afastava quando ela chegava pra lamber. 

Quando o Garu cresceu e eles pararam de brincar de lutinha, eles passaram no máximo a se aturar, mas nunca chegaram a se gostar de fato. 

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A vida dela ao longo dos anos 
Quando estava naquele terreno e era mais jovem, a Lylú vivia correndo pra todo lado e era super magrela, mas depois que nos mudamos para o apartamento e não tinha tanto lugar assim pra correr, a Lylú sossegou demais. Ela amava passar a maior parte do dia dormindo na caminha dela, só sabia comer e dormir, e foi engordando bastante com o passar do tempo. Nunca apresentou nenhum problema de saúde, mas adorava levar essa vida super acomodada no canto dela sem ser incomodada por ninguém. 

Mas uma coisa que ela amava demais era levar tapinhas no bumbum, hahaha. Sério, a gente não podia sentar no sofá que ela vinha correndo pra se esfregar na nossa perna e esperar parada os tapas que a gente dava, mas claro que tapas sempre leves. Ela miava, se esfregava mais ainda nas nossas pernas e esperava por mais tapas que ela adorava. Era uma característica muito esquisita e única dela. 

Ela gostava de todos nós da família, mas ela tinha um carinho especial pelo meu pai. Ele não podia colocar o primeiro pé pra dentro de casa que ela já vinha correndo pra dar oi pra ele e miar enlouquecidamente, como se quisesse contar o dia dela, hahaha. Ela amava demais o meu pai, e claro que meu pai também era super apegado a ela, era o xodó dele, fazia tudo o que ela queria, mimava demais essa gata. E a Lylú receber os tapas dele era o auge pra ela, só faltava se derreter toda, haha. 

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Os últimos meses 
Por 13 anos a Lylú sempre foi de ficar mais na dela, quieta no canto dela, dormindo na caminha, exceto pelos momentos que estávamos na sala e ela pedia por tapas. Porém, nós notamos que em 2020 ela mudou

Ela começou a querer ficar o tempo todo no meio da gente, na companhia de alguém, não mais sozinha no canto dela. Se eu estava no meu quarto, ela passou a pedir pra entrar pra deitar na minha cama e dormir lá. O mesmo acontecia com todos daqui de casa, todo dia ela escolhia alguém e pedia pra ficar perto. Era estranho porque ela não era assim, a vida inteira ela preferiu ficar sozinha, porém agora queria ficar grudada, o mais próxima possível de alguém, e sendo super carinhosa. 

Nós notamos também nesses meses que ela começou a emagrecer muito. Sempre foi bem gordinha, porém ela perdeu peso assustadoramente rápido. Comia bem pouco e com intervalos cada vez maiores. Estava estranho. 

Em outubro de 2020 nós começamos a levar ela no veterinário e para fazer exames. Me partiu o coração isso porque ela não estava mais acostumada a sair de casa desde que nos mudamos para o apartamento, então ela ficou extremamente assustada sempre que andava de carro e íamos pra algum lugar que ela não conhecia, miava alto, e era triste de ver, ainda mais ela nesse estado, tão fraquinha como estava. 

Começamos a comprar remédio para ela e também uma ração especial. Tanto os exames, quanto essas compras, não saíram nada barato, mas claro que para ela valia a pena. Só não era fácil dar os remédios pra ela e fazê-la comer a ração especial (já que ela estava comendo cada vez menos), mas tentamos muito. 

Por fim na manhã do dia 09 de dezembro, uma quarta-feira, quando minha mãe levantou cedo, a Lylú veio miando pra ela como sempre, mas estava mais fraca do que nunca. Ela deitou no chão sem forças e minha mãe contou que se abaixou perto dela, fazendo carinho para acalmá-la e agradecendo por tudo, por aqueles anos maravilhosos que a Lylú nos proporcionou. E então ela faleceu. 

Nem preciso falar que fiquei arrasada, chorei o dia inteiro, ficava lembrando de todos os bons momentos que passamos juntas e de quanta falta eu iria sentir. 13 anos e 9 meses em companhia de alguém não é pouca coisa, ainda mais um pet que me fez tão feliz. Todos nós daqui de casa ficamos extremamente tristes, mas imagina o meu pai que era tão apegado a ela. Não foi fácil. 

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Legado 
Eu acredito quem em 2020 ela mudou e passou a ficar o tempo todo perto de nós, e não mais só dormindo sozinha no canto dela, para curtir a nossa companhia o máximo possível, e nós a dela. Ficarmos juntos bastante como uma espécie de despedida, e eu nem sabia disso. Que bom que ela fez isso. 

E por mais que seja injusto um gato viver tão pouco tempo (uma média de 15 anos) e ser extremamente triste quando ele parte, ainda assim vale MUITO a pena adotar um. Quantas risadas soltei com as brincadeiras com a Lylú, quanto amor senti só por ela estar por perto, quantas vezes ela esteve perto de mim roçando em mim e me lambendo em momentos difíceis que passei, quantas vezes ela me fez feliz só por existir! 

Muito obrigada por esses 13 anos e 9 meses maravilhosos ao seu lado, Lylú.
Descanse em paz, minha bebezona <3 

Lylú
(17/02/2007 – 09/12/2020)


No último dia 09/12, uma quarta-feira de manhã, minha gata Lylú faleceu. Ela tinha 13 anos e 9 meses e estava velhinha e doente, extremament...

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A minha lista de 30 coisas para fazer até os 30 anos

7.12.20 Renata Carvalho 0 Comments




Quando eu tinha completado 25 anos, lá em 2015, eu fiz uma lista nesse post AQUI de trinta coisas que eu queria ter feito quando chegasse a 30 anos de idade. Bom, esse ano eu cheguei! Algumas eu fiz, mas várias não, e tudo bem também, não estou preocupada com isso, reconheço que vários dos itens também foram super valorizados desnecessariamente, já outros eu mudei de ideia com o tempo e nem quero mais. Enfim, a lista:
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          1. Fazer uma tatuagem. — Não (X)
Repensando se de fato quero fazer uma tatuagem mesmo ou não.

          2. Fazer aulas de Pole Dance. — Não (X)
Ainda quero algum dia só para ver como é e me divertir, haha.

          3. Aprender a dirigir e tirar minha carta. — Não (X)
Ainda não rolou, mas vai rolar algum dia, a inscrição na autoescola eu já fiz.

          4. Me formar na faculdade de Rádio, TV e Internet. — Feito (✔)
Não foi fácil, mas também não foi horrível, afinal gostei desse curso.

          5. Arrumar um trabalho na minha área. — Não (X)
Não rolou e nem sei se vai rolar algum dia, para ser sincera.

          6. Comprar um apartamento ou quitinete. — Não (X)
Ainda quero realizar esse sonho.

          7. Aprender a passar delineador. — Feito (✔)
Não sou especialista nisso, mas pelo menos aprendi o suficiente para me virar após praticar muito.

          8. Conseguir usar vestidos naturalmente. — Feito (✔)
Não só consegui, mas também passei a amar vestidos e saias sendo que eu odiava antes.

          9. Aprender a andar de salto. — Não (X)
Nem faço mais questão disso, eu preso mais pelo conforto.

          10. Comprar uma câmera DSLR. — Não (X)
Ainda não rolou, mas vai algum dia.

          11. Ser mais sociável. — Não (X)
Acabei indo na direção oposta e me tornei ainda mais antissocial, haha, oh god!

          12. Viajar com os amigos. — Feito (✔)
Rolou com a turma da faculdade numa viagem que fizemos para Paranapiacaba/SP. Fiz um post contando AQUI.

          13. Ver o nascer do sol em algum lugar. — Não (X)
Ainda não, mas ainda quero.

          14. Passar um final de semana em Campos do Jordão com companhia. — Não (X)
Também não rolou ainda, mas continua nos meus planos.

          15. Viajar para fora do estado de São Paulo. — Feito (✔)
A partir dos 26 anos tive a oportunidade e o privilégio de viajar para o Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Amei!

          16. Pular de asa delta e/ou paraquedas. — Não (X)
Não rolou, mas ainda quero muito, deve ser muita loucura, mas da boa.

          17. Levar meus pais num restaurante caro e chique e pagar a conta. — Não (X)
Sinto muito pais, mas não sei se vai rolar, hahaha, mas pretendo agradecer meus pais por tudo o que fizeram ao longo de toda a minha vida de outras formas.

          18. Terminar o curso de teatro e conseguir meu DRT. — Não (X)
Não rolou e não está mais nos meus planos.

          19. Patinar no gelo. — Não (X)
Não aconteceu e sei que esse é um dos planos mais difíceis de acontecer, afinal moro no Brasil né, haha, mas quero algum dia nessas pistas de patinação de shopping mesmo. E ah, eu patinei em pista com patins normais mesmo e foi muito legal.

          20. Deixar meu cabelo crescer até a cintura. — Feito (✔)
Durante a quarentena em 2020 eu não fui ao cabeleireiro, daí o meu cabelo que já era comprido, chegou até a cintura.

          21. Adotar meu próprio gato (depois de realizar o item 6). — Não (X)
Como o item 6 não rolou, então esse também não.

          22. Fazer sexo num lugar bem inusitado. — Feito (✔)
Um item que resolvi colocar na lista só para fazer graça, haha. Rolou, mas óbvio que não vou entrar em detalhe, hihihi.

          23. Acampar. — Não (X)
Ainda não, mas quero, só para passar pela experiência mesmo.

          24. Comprar um carro. — Não (X)
Nem aprendi a dirigir ainda, haha, então esse item no rolou. Achei muita pretensão minha achar que iria aprender a dirigir, tirar a carta, perder o medo e já comprar um carro sendo que isso tudo leva tempo, mas vai algum dia.

          25. Completar 500 livros lidos no Skoob. — Não (X)
Estou longe ainda de completar, haha, mas vai algum dia, sem pressa, o melhor é a qualidade e a vontade do que a quantidade.

          26. Ser voluntária em alguma ONG. — Não (X)
Não rolou, mas talvez role algum dia, não sei, está incerto.

          27. Fazer uma poupança durante três meses e gastar tudo em livros. — Não (X)
Não está mais nos meus planos fazer isso. Preso mais por gastar dinheiro com consciência, do que no impulso.

          28. Ir num show da Britney Spears. — Não (X)
Não rolou e nem sei se vai rolar algum dia, muito difícil ela fazer show no Brasil e eu mesma não tenho o costume de ir em shows, mas esse eu queria muito.

          29. Tomar um banho de mar a noite. — Não (X)
Nem faço mais tanta questão disso, só seria legalzinho se acontecesse.

          30. Apaixonar-me. — Feito (✔)
Eu não queria admitir para mim mesma que aconteceu, haha, já rolou e também "desrolou", fazer o quê. Acontece, é a vida.

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É muito difícil não criar grandes expectativas para o futuro quando se cria uma lista dessas, e foi o que aconteceu quando eu tinha 25 anos, vários dos itens são bem fora da minha realidade ou então bobos, coisas eu queria antigamente e que hoje já nem faço mais tanta questão hoje, já outros itens ainda fazem sentido para mim e quero conquistar.

Mas ainda assim foi divertido rever isso e perceber principalmente o quanto eu mudei em cinco anos. É bom saber que estou em constante mudança.




Quando eu tinha completado 25 anos, lá em 2015, eu fiz uma lista nesse post AQUI de trinta coisas que eu queria ter feito quando chegasse a...

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GRIS - Uma experiência única!

30.11.20 Renata Carvalho 0 Comments



Gênero: Aventura, Indie | Desenvolvedor: Nomada Studio | Distribuidor: Devolver Digital | Lançamento: 2018 | Jogadores: 1 | Disponível em português: Sim | Classificação indicativa: Livre | Onde encontrar: Nintendo Switch, Steam, PlayStation, Android e iOS. 

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Pensa num jogo que vai pegar seu coração e estraçalhar em mil pedaços até te deixar completamente devastado, é assim o jogo GRIS. Uma garota de repente se vê sem voz e sem cores em sua vida, num enorme vazio existencial após seu mundo pessoal entrar em declínio. Pouco a pouco, conforme o jogo avança, ela vai precisar arrumar forças para se reerguer e buscar novamente as cores da sua vida e sua própria voz até conseguir superar e finalmente seguir em frente e em paz consigo mesma. 




O jogo aborda temas delicados como o luto e a depressão, principalmente com as cinco fases do luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação, tudo isso de uma forma extremamente sensível e tocante. 

GRIS é uma verdadeira obra de arte; não apenas visual, com cenários de encher os olhos todos feitos em aquarela por um artista em parceria com os desenvolvedores do jogo; mas também auditiva, nos presenteando com uma trilha sonora incrível de arrepiar e que dá o toque especial e necessário para todas as ambientações do jogo. 




É uma experiência completamente emocional e particular. Alguns podem achar o jogo entediante por não apresentar muita ação ou desafios, além de ser bem curto, mas essa não é a proposta do jogo. É o tipo de jogo para você apreciar e refletir sobre o que ele aborda, sem pressa. 

Não tem como não chorar com esse jogo de tão emocionante que é, passei um bom tempo refletindo sobre ele depois. Fiz questão de jogar duas vezes seguidas não só para tentar conseguir todas as conquistas, mas também para viver toda a experiência de novo porque foi muito única e impactante.




O que eu escrevo aqui é pouco para expressar os sentimentos que esse jogo causa e o quanto ele é incrível. Sem dúvida entrou para o meu TOP 10 de melhores jogos que já joguei em toda a minha vida. Recomendo fortemente.

• E me adicionem na Steam


Gênero: Aventura, Indie | Desenvolvedor: Nomada Studio | Distribuidor: Devolver Digital | Lançamento: 2018 | Jogadores: 1 | Disponível ...

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E Viveram Felizes para Sempre — Julia Quinn

23.11.20 Renata Carvalho 0 Comments

Série: Os Bridgertons (bônus)

Título original: Happily ever after
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance, Romance de Época
Ano: 2016
Páginas: 256
Lido em: Dezembro de 2016
Nota: 3 estrelas

Sinopse: Alguns finais são apenas o começo...

Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos...

Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza.

Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes?

A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E viveram felizes para sempre, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton.

Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.

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E Viveram Felizes para Sempre é um livro bônus da série Os Bridgertons, escrito pela Julia Quinn. Um livro que engloba todos os oito livros anteriores e nos presenteia com um segundo epílogo de todas as histórias, respondendo várias dúvidas que ficaram no ar, e de quebra ainda nos ajuda a matar a saudade dos personagens, além também de nos despedirmos de todos eles.

Obs: Os contos contêm spoilers para quem não leu os oito livros da série Os Bridgertons!

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O DUQUE E EU
Daphne e Simon
Simon recebe um pacote de cartas escritas por seu falecido pai, que lhe são entregues por Daphne que guardou para ele. Realmente não importava o que as cartas diziam, o pai de Simon já não exercia mais nenhum poder sobre ele, ENTRETANTO a gente ainda fica naquela curiosidade né, hahaha, então gostei de saber nesse conto o que elas diziam, não me importado se fossem interessantes/relevantes ou não.

O VISCONDE QUE ME AMAVA
Anthony e Kate
Aqui nós vemos o quanto Anthony e Kate continuam extremamente apaixonados um pelo outro, mesmo depois de quinze anos de casados, mas também o quanto continuam extremamente competitivos, principalmente na partida de Pall Mall e sua luta pelo “taco da morte”. Foi uma cena muito engraçada quando narrada no livro, então foi muito bom ver ela de novo no conto.

UM PERFEITO CAVALHEIRO
Benedict e Sophie
Embora Sophie se sinta muito feliz casada com Benedict, tendo seus dois filhos e morando numa casa aconchegante no campo, sua felicidade só não está completa porque sua irmã de criação, Posy Reiling, continua solteira. Ela resolve então armar um encontro entre a irmã e o Sr. Hugh Woodson, o novo vigário, e isso dá mais do que certo, ambos se apaixonam à primeira vista e se casam, tendo Posy também encontrado o seu merecido final feliz nesse conto.

OS SEGREDOS DE COLIN BRIDGERTON
Colin e Penelope
Penelope e Eloise sempre foram melhores amigas, bem próximas, no entanto Eloise fugiu na noite em que Penelope revelou seu grande segredo para toda a sociedade, de que ela era Lady Whistledown, e somente Eloise não ficou sabendo disso. Nesse conto, finalmente vemos Eloise descobrir e qual a sua reação.

PARA SIR. PHILLIP, COM AMOR
Eloise e Phillip
Nesse conto teremos um foco maior na Amanda Crane, filha de Phillip. Havia ficado a dúvida se uma criança que gostava de aprontar como ela cresceria uma adulta responsável, mas depois que Eloise entrou na sua vida e também na de seu irmão Oliver para colocá-los na linha, não tinha como ser diferente. Foi muito fofo ver não só a Amanda descobrindo o amor, mas também o apoio e amor de seus pais Phillip e Eloise com ela, sempre apoiando-a.

O CONDE ENFEITIÇADO
Francesca e Michael
Muita gente se perguntou, após o término do livro, se afinal Francesca e Michael haviam conseguido ter filhos ou não, principalmente porque era algo que Frannie queria muito, e essa dúvida é finalmente respondida nesse conto. O casal visita a família Bridgerton para matar a saudade de todos e ter ótimos momentos juntos antes de voltarem para a Escócia, mas quando retornam para ver a família novamente depois de um ano, é com uma agradável surpresa.

UM BEIJO INESQUECÍVEL
Hyacinth e Gareth
Talvez essa tenha sido a dúvida que mais deixou as pessoas loucas após o final do livro: se Hyacinth um dia acharia os diamantes que procurou por tantos e tantos anos, ou não. Eu mesma confesso que fui uma dessas pessoas que surtou com o final do primeiro epílogo, hahaha, e é por isso que esse segundo epílogo foi muito necessário e prazeroso de ler porque respondeu essa questão, e agora posso estar em paz, haha.

A CAMINHO DO ALTAR
Gregory e Lucy
Acho que esse casal foi o que mais teve filhos, batendo o recorde da própria Violet Bridgerton (por incrível que pareça), e como nomear tantos bebês assim? Essa é a questão que é respondida nesse conto. Um por um, conforme os bebês nasciam com o passar dos anos, Gregory e Lucy tiveram que se desdobrar para nomear homenageando todos que eles conheciam. E há também uma cena com a Lucy que me fez esquecer o quanto ela foi chata no livro dela pra me deixar preocupada e caridosa com ela, desejando o melhor.

O FLORESCER DE VIOLET
Violet
No final desse livro somos inesperadamente agraciados com um conto sobre a vida de Violet e eu amei conhecer um pouco mais sobre essa personagem que é tão querida.

Ele começa na sua infância (quando ela conheceu seu futuro marido, Edmund), passando por várias fases da sua vida com ele (os bons e também o ruim, quando ele morreu), muitos anos mais tarde ela conhecendo um homem misterioso e gentil num baile de máscaras (que continuou misterioso e ela nunca soube quem era), até o futuro (com ela já idosa, todos os filhos casados e sem terem mais filhos também), e ela refletindo sobre a própria vida que teve.

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Se despedir de uma série que chegou ao seu fim nunca é fácil, ainda mais essa que me cativou e me conquistou tanto.

Esse livro fechou a série inteira com chave de ouro, ele é perfeito do início ao fim. Quando não está respondendo as dúvidas que ficaram de alguns personagens, então está nos presenteando com mais momentos fofos e apaixonantes de outros personagens. Ele é muito necessário, te arranca suspiros e deixa um quentinho no coração, com tudo devidamente concluído de forma maravilhosa.

Recomendo fortemente essa série para quem ama romances de época para ficar suspirando, é muito amorzinho, virei uma grande fã da Julia Quinn.


• The Bridgerton
1. The Duke and I (2000) — O Duque e Eu
2. The Viscount Who Loved Me (2000) — O Visconde Que Me Amava
3. An Offer from a Gentleman (2001) — Um Perfeito Cavalheiro
4. Romancing Mr. Bridgerton (2002) — Os Segredos de Colin Bridgerton
5. To Sir Phillip, with Love (2003) — Para Sir Phillip, com amor
6. When He Was Wicked (2004) — O Conde Enfeitiçado
7. It’s in His Kiss (2005) — Um Beijo Inesquecível
8. On the Way to the Wedding (2006) — A Caminho do Altar
9. Happily Ever After (2013) — E Viveram Felizes para Sempre


Série: Os Bridgertons (bônus) Título original: Happily ever after Autor: Julia Quinn Editora: Arqueiro Gênero: Romance, Romance de Époc...

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A Caminho do Altar — Julia Quinn

16.11.20 Renata Carvalho 0 Comments

Série: Os Bridgertons #8 

Título original: On the way to the wedding
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance, Romance de Época
Ano: 2016
Páginas: 320
Lido em: Dezembro de 2016
Nota: 2 estrelas

Sinopse: Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece.

O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la.

Mas tudo começa a mudar quando quem se apaixona por ele é Lucy, que já foi prometida pelo tio a um homem que mal conhece. Agora, será que Gregory perceberá a tempo que ela, com seu humor inteligente e seu sorriso luminoso, é a mulher ideal para ele?

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A Caminho do Altar é o oitavo (e último) livro da série Os Bridgertons, escrito pela Julia Quinn. O livro vai contar a história de Gregory Bridgerton e Lucinda (Lucy) Abernathy.

Gregory é o filho mais jovem dentre os homens Bridgertons e um romântico incorrigível, que acredita no amor após tantas histórias de sucesso envolvendo seus pais e todos os seus irmãos e irmãs, por isso ele acredita que é só uma questão de tempo até ele mesmo conhecer o amor da sua vida, e é o que ele acha que acontece quando vê Hermione Watson pela primeira vez e fica perdidamente apaixonado. O problema é que ela já está apaixonada por outro homem, mas acreditando que ela está enganada, Gregory pede a ajuda de Lucy para tentar conquista-la.

Lucinda é a melhor amiga de Hermione e a pessoa que aceita ajudar Gregory a tentar fazer a amiga se apaixonar por ele, já que ela não aprova a paixão atual da amiga. O problema é que após passarem um tempo juntos tentando bolar estratégias para que isso aconteça, eles acabam se conhecendo melhor e Lucy se apaixona por ele, para seu completo horror não só porque ele não está apaixonado por ela, mas também porque o tio dela – que é quem administra seus bens após a morte de seus pais – já a havia prometido para outro homem. E quando Gregory descobre isso tudo e também se apaixonada por ela, pode ser tarde demais.


Olha sinceramente, esse foi o livro de toda a série que menos gostei, infelizmente. Os personagens parecem se apaixonar e desapaixonar muito fácil, principalmente o Gregory e a Hermione, então não me convencia quando eles diziam que AGORA SIM encontrei o amor da minha vida, dessa vez é verdade!

Mas ninguém me deixou mais frustrada do que a Lucy, que personagem chata, extremamente submissa, abaixa a cabeça pra todos. As pessoas tomam decisões sem pensar nos outros, só em si mesmos, acabam prejudicando a Lucy e mesmo assim ela não só perdoa, como também faz de tudo para ajudar a pessoa e não deixar ela se sentir mal. Achei um altruísmo muito forçado, a personagem que quer salvar o mundo, sabe? Mas o auge mesmo para mim foi o final, quando eu achava que a Lucy não podia mais dar mancada, ela vai e me surpreende.

Mas enfim, tirando tudo isso e deixando as pouquíssimas e raras cenas que o Gregory e a Lucy estão juntos e focados apenas um no outro, deixando os problemas de lado, daí sim foi bom de ver. Ainda é válida a leitura desse livro só porque faz parte dessa série que é maravilhosa como um todo e para conhecermos a história de todos os irmãos.

Eu queria que o último livro da série tivesse um desfecho melhor, de preferência que envolvesse todos os personagens que conhecemos e amamos de todos os oito livros, nem que fosse apenas uma cena, mas isso não acontece NESSE livro. Felizmente o próximo é um compilado de contos que nos ajuda a matar a saudade de todos, então vale muito a pena ler E Viveram Felizes para Sempre.


The Bridgerton
1. The Duke and I (2000) — O Duque e Eu
2. The Viscount Who Loved Me (2000) — O Visconde Que Me Amava
3. An Offer from a Gentleman (2001) — Um Perfeito Cavalheiro
4. Romancing Mr. Bridgerton (2002) — Os Segredos de Colin Bridgerton
5. To Sir Phillip, with Love (2003) — Para Sir Phillip, com amor
6. When He Was Wicked (2004) — O Conde Enfeitiçado
7. It’s in His Kiss (2005) — Um Beijo Inesquecível
8. On the Way to the Wedding (2006) — A Caminho do Altar
9. Happily Ever After (2013) — E Viveram Felizes para Sempre


Série: Os Bridgertons #8  Título original: On the way to the wedding Autor: Julia Quinn Editora: Arqueiro Gênero: Romance, Romance de É...

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