Gênero: Comédia | Duração: 18-22 minutos | Criação: Chuck Lorre, Bill Prady | Baseado em: – | País de Origem: Estados Unidos | Classificação indicativa: 12 anos | Emissora: CBS | Ano: 2007-2019 | Temporadas: 12 | Episódios: 279 | Status: Finalizado

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Resumo:


Leonard e Sheldon são físicos brilhantes que entendem como o universo funciona. Mas nada dessa inteligência os ajuda a interagir com as pessoas. Tudo isso muda quando uma bela jovem chamada Penny se muda para o apartamento ao lado. Sheldon contenta-se em passar as noites jogando com os amigos socialmente disfuncionais deles, os cientistas Howard e Raj. Mas Leonard vê em Penny todo um universo de possibilidades... incluindo o amor.

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Resenha:


The Big Bang Theory é uma daquelas sitcom (comédia de situação) que eu via passando aleatoriamente na televisão e assistia como quem não quer nada, já que eram episódios curtos e engraçados, e acabei me apaixonando. Então fiz questão de assistir desde o começo todas as 12 temporadas e fiquei com aquele vazio no peito quando terminou tudo.

Foi muito engraçado acompanhar a vida de quatro amigos nerds que são gênios da física, astronomia e engenharia, além da serem fãs e entenderem tudo sobre livros, filmes e séries da cultura pop, quadrinhos e super-heróis, porém se verem perdidos e confusos, sem saber como lidar, com a nova vizinha que se muda para o apartamento ao lado. O mundo dela é tão diferente e novo para eles, quanto o deles são pra ela, mas mesmo assim dali surge uma amizade longa e sincera.




Nós acompanhamos os personagens evoluindo e redescobrindo tanto o mundo quanto a si mesmos, além de situações engraçadas que passam por não conhecerem ou entenderem algo. O próprio Sheldon é o mais engraçado que nos presenteou com seu famoso bordão “Bazinga!” nas primeiras temporadas. Ele se acha o mais inteligente dos amigos, pregando peças que para ele são as mais engraçadas do mundo, e a gente acaba rindo não só das piadas, mas também do próprio Sheldon que é muito hilário.

Ao longo das temporadas, mais personagens foram adicionados como a Bernadete, a Amy e o Stuart, que ganharam bastante destaque. E várias celebridades fizeram participação especial na série como Bill Gates, Leonard Nimoy (intérprete do Spock, de Jornada nas Estrelas), Mark Hamill (intérprete de Luke Skywalker, de Star Wars), Christopher Lloyd (intérprete do Dr. Emmett Brown, de De Volta Para o Futuro), Sean Astin (intérprete do Sam, em O Senhor dos Anéis), Stan Lee, Stephen Hawking, dentre vários outros.




E uma curiosidade é que um professor de física e astronomia da Universidade da Califórnia, David Saltzberg, era quem costumava revisar os roteiros e fornecer diálogos, equações matemáticas e digramas para serem usados na série.

Enfim, para quem curte comédia com episódios curtos e é fã da cultura pop, The Big Bang Theory é um prato cheio. Ela se mantém incrível do começo ao fim, trazendo várias referências e homenagens. Foi muito bom enquanto durou e já faz parte das minhas séries favoritas.


Resenhas que já tinham sido feitas aqui no blog dessa série:


Gênero: Comédia | Duração: 18-22 minutos | Criação: Chuck Lorre, Bill Prady | Baseado em: – | País de Origem: Estados Unidos | Classifi...

Trilogia: Jogos Vorazes #3

Título original: Mockingjay
Autor: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Gênero: Ação, Aventura, Distopia, Ficção, Romance
Ano: 2011
Páginas: 424
Lido em: Setembro de 2012
Nota: 5 Estrelas | Favorito 

Sinopse: Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?

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A Esperança é o terceiro livro da trilogia, escrito por Suzanne Collins.

A nação de Panen está oficialmente em guerra civil. Vários rebeldes de todos os distritos estão se levantando contra a Capital, que tem revidado com muita violência, tortura e morte. Katniss foi resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 (que havia sobrevivido ao bombardeio e estava escondido). Ele é governado pela presidente Alma Coin, que trabalha com os rebeldes para derrubar a Capital e quer que Katniss assuma seu papel como o Tordo para incentivar as pessoas a fazerem o mesmo e se libertarem do regime totalitário.

Apesar de ter consigo sua mãe, sua irmã Prim (ambas se tornaram médicas) e Gale, Katniss não consegue assumir seu papel como o Tordo porque ela está preocupada com Peeta que foi sequestrado pela Capital. Ele aparece na televisão pedindo para os levantes pararem (obrigado pelo Presidente Snow), e Katniss vê o quanto ele está sofrendo. Para não perder o símbolo da revolução, a Presidente Coin organiza um grupo para resgatar Peeta. Eles são bem sucedidos no resgate, porém Peeta sofreu uma lavagem cerebral e acredita que Katniss é a verdadeira inimiga, tentando matá-la. Diante dessa situação, Katniss se empenha mais do que nunca para fazer o Presidente Snow pagar pelo que fez a Peeta.

A partir daí, Katniss se reúne com outros rebeldes (Gale e Finnick inclusos) e saem pelos distritos para tentar tomar a Capital. Eles vão tanto precisar tomar cuidado com guardas que estão prontos para conter qualquer levante da população, quanto contar com a ajuda de vários partidários da revolução. E apesar de se concentrar o tempo todo na morte do Presidente Snow que colocará um fim nisso tudo, Katniss deve saber que nem todos ao seu lado querem o mesmo que ela.


A conclusão épica! Eu sempre tive receio de as conclusões não estarem à altura de alguma saga que vinha sendo muito boa, mas para meu alívio, A Esperança conseguiu fechar com chave de ouro essa trilogia de forma espetacular.

O livro é muito intenso, você se pega prendendo a respiração com os acontecimentos e bola inúmeras teorias do que vai acontecer, só pra errar todas e ficar feliz com isso, afinal somos surpreendidos o tempo inteiro com as reviravoltas. Muitas dúvidas são respondidas e tem muitas resoluções de coisas inacabadas.

A minha ÚNICA ressalva é com uma coisa que acontece no final do livro que deu a impressão de toda a jornada e todo o esforço da Katniss até aqui não ter servido pra nada, afinal acontece justamente o que ela queria evitar. Mas enfim, a trilogia inteira foi tão incrível que esse detalhe não chega a incomodar de fato e sou capaz de recomendar sem pensar duas vezes. Foi com certeza uma das melhores histórias que já li na vida!



The Hunger Games
1. The Hunger Games (2008) — Jogos Vorazes
2. Catching Fire (2009) — Em Chamas
3. Mockingjay (2010) — A Esperança



Trilogia: Jogos Vorazes #3 Título original: Mockingjay Autor: Suzanne Collins Editora: Rocco Gênero: Ação, Aventura, Distopia, Ficção, ...



Gênero: Casual, Indie, RPG, Simulação | Desenvolvedor: ConcernedApe | Distribuidor: ConcernedApe | Lançamento: 2016 | Jogadores: De 1 a 4 pessoas | Disponível em português: Sim | Classificação indicativa: 12 anos | Onde encontrar: Steam, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One, Android, iOS

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Eu descobri Stardew Valley em abril desse ano, me apaixonei perdidamente e desde então venho jogando direto sem parar, de tão viciada que fiquei. Eu amo demais esses jogos de fazendinha que você começa com poucos recursos, mas com o tempo vai expandindo até estar com uma fazenda altamente lucrativa e bem sucedida. E outra coisa bem legal nele também é que você pode customizar a sua fazenda como você quiser, deixando-a visualmente bonita.

Premissa do jogo: “Você herdou a antiga fazenda do seu avô, em Stardew Valley. Com ferramentas de segunda-mão e algumas moedas, você parte para dar início a sua nova vida. Será que você vai aprender a viver da terra e transformar esse matagal em um próspero lar?”





Você tem à sua disposição 5 mapas para escolher com qual deles você fará sua fazenda do zero. Vai desenvolver habilidades plantando, colhendo, explorando, minerando, pescando, criando animais, lutando com monstros, dentre outras coisas. Vai desenvolver amizade (e algum possível romance) com os moradores da Vila Pelicanos, no qual vários deles carregam suas próprias questões e uma história profunda.

O jogo tem uma espécie de “fim”, que é quando você completa 100% do jogo e atinge a Perfeição (ou seja, após pegar todos os peixes do jogo, quando completa o museu, chega no nível 10 em todas as habilidades, chega no máximo de amizade com todos os personagens, etc.). Mas mesmo depois disso o jogo não acaba, você pode continuar jogando pra sempre, chegar no ano 10, 20, 50, 100...




O legal é ir jogando no seu tempo, sem pressa nenhuma de conquistar as coisas, sempre aos poucos. É o tipo de jogo pra se ir curtindo tranquilamente cada momento, e sem ficar se comparado a ninguém, achando que está “atrasado”. Não existe isso, não é uma corrida de quem faz as coisas primeiro. Como eu já disse, o jogo é infinito, então não precisa ter pressa pra fazer nada.

Eu fui conhecendo tudo e desfrutando de cada segundo, conforme entendia como tudo funcionava e o que eu tinha que fazer. É sempre uma experiência incrível e bem melhor quando você descobre sozinho as coisas, ao invés de alguém te dizer que o você tem que fazer.

Até agora eu só joguei em uma fazenda, a Padrão, e estou quase terminando de customizar ela (estou até pensando em fazer um post aqui mostrando ela de tão orgulhosa que fiquei com minha criação, haha), mas assim que acabar, com certeza pretendo criar outras fazendas e jogar em outros mapas. O jogo permite que você crie quantos saves quiser.




Fiquei tão viciada nesse jogo que até fui atrás de me “aprofundar” nesse tema, haha. Descobri a Stardew Valley Wiki que é uma página que explica como funcionam várias coisas no jogo, eu consultava muito no começo quando ainda estava aprendendo sobre tudo, tipo as plantações de cada estação, quais eram os presentes que os aldeões gostavam, onde encontrar determinado peixe que eu queria pescar, etc.

Também conheci a perfeita da Wimona Lee que é viciada em Stardew Valley e faz vários vídeos no Youtube e lives na Twitch pra tirar dúvidas das pessoas e ajudar nesse jogo.




Enfim, eu acho que é um jogo muito incrível pra ser tão barato e que ainda recebe atualizações gratuitas com novos conteúdos anualmente. Quem também curte jogos de fazenda com várias coisas para fazer, Stardew Valley é um prato cheio.

♦ Me adicione na Steam


Gênero: Casual, Indie, RPG, Simulação | Desenvolvedor: ConcernedApe | Distribuidor: ConcernedApe | Lançamento: 2016 | Jogadores: De 1 a...


Indicações & Inspirações é um quadro daqui do blog onde eu falo um pouco de pessoas que me inspiram e que mexem comigo de alguma maneira com seu trabalho e que eu recomendo muito. Eu criei lá em 2014 falando da Pam Gonçalves e do Jovem Nerd, depois dei uma parada, mas agora quero trazer ele de volta aqui para o blog de vez em quando, como nesse post.


Como eu gosto de documentar aqui no blog qualquer coisa (relevante ou não) da minha vida, eu achei que seria válido vir aqui falar um pouco sobre uma coisa que faz parte da minha vida há alguns anos e pela qual me sinto muito bem, me deixa muito feliz.

Eu sou essa pessoa que gosta demais de assistir gameplays desde criança. Sempre curti ver os outros jogarem algum jogo, as vezes até mais do que eu mesma jogar. É como se eu estivesse simplesmente assistindo a televisão, mas com a diferença que eu posso ficar palpitando sobre o que o personagem deve fazer para a pessoa do meu lado que estiver controlando ele, haha. E essa também é uma maneira de eu avaliar se gosto ou não daquele jogo, antes de decidir investir na compra dele e jogar eu mesma.



Sendo assim, claro que eu fui atrás de conhecer vários youtubers e streamers que fizessem vídeos e lives jogando algum jogo para tentar achar aquele(s) com quem pudesse me identificar mais. E foi assim que em 2017 acabei descobrindo e me apaixonado pelo trabalho do Dimas Vedovato.


Foi o The Sims que me levou a ENCONTRAR ele porque é o meu jogo favorito e ele é conhecido principalmente por jogar isso, mas FIQUEI porque o Dimi é essa pessoa muito bacana, engraçado, sincero, não subestima a inteligência de ninguém tratando as pessoas como criança (“E aí galerinha, tudo bem?”, como já vi muita gente fazer), e da qual me sinto à vontade e próxima pra bater papo e jogar conversa fora nas lives dele. E isso sem falar da comunidade incrível que ele criou no Discord para inscritos da Twitch dele.


A minha história com o Dimi
No ano de 2017, lá estava eu no Youtube procurando uma gameplay de The Sims (que é o meu jogo favorito e basicamente o único que eu jogava na época), quando topei com vários vídeos de construção no The Sims 4 que ele tinha gravado. Comecei a assistir um atrás do outro e me apaixonei, então não resisti em me inscrever no canal dele. Ali eu descobri mais vídeos de The Sims e praticamente maratonei o canal dele, e não tinha pouca coisa não, afinal ele criou aquele canal em abril de 2016.

O tempo foi passando. Em 2018 ele começou a falar nos vídeos dele que ele fazia lives todos os dias na Twitch, convidando as pessoas a irem ver. Finalmente um dia a curiosidade me venceu e eu fui atrás pra ver o que afinal era essa tal de “Twitch”.



Foi no dia 23 de agosto de 2018 (ou seja, há exatos 3 anos), que eu vi o Dimi ao vivo pela primeira vez na Twitch. Naquela hora ele não estava jogando nada, só batendo papo com as pessoas no chat. Eu criei uma conta lá e passei a seguir ele. Ele lia o nome de todo mundo que começava a seguir ele, então surtei quando ele leu o meu, haha. Dei uma de “fanzoca” e mandei no chat “Oi Dimi, eu te adoro, assisto todos os seus vídeos, sou sua fã”, hahaha. Ele leu aquilo e ficou feliz, me agradecendo. Nessa hora eu surtei de novo porque ele soube da minha existência (haha, eu estava muito animada), e decidi que passaria a assistir as lives dele sempre.

A partir daí não desgrudei mais da Twitch e das lives do Dimi, estava sempre presente, sempre falando no chat, e com o tempo eu fui não apenas conhecendo melhor o Dimi (e descobrindo que ele não era nenhuma celebridade inacessível, mas sim uma pessoa comum, legal e divertida), mas também fui conhecendo outras pessoas no chat que também frequentavam as lives dele e eram muito legais.



Em junho de 2019, lá estava eu assistindo o Dimi jogar alguma coisa quando fui surpreendida com o meu nome aparecendo na tela como se eu tivesse me inscrito. De início fiquei confusa, tentando entender o que eu tinha feito sem querer, haha. Mas acontece que foi uma das moderadoras que resolveu sortear uma inscrição de presente na live, e EU tinha sido a pessoa sorteada pela Twitch.

Fiquei mega feliz, agradeci demais a moderadora pelo presente e assim pude entrar no Discord que o Dimi tinha criado apenas para os inscritos do canal dele. Descobri ali uma comunidade bem legal, cheia de gente incrível.

O presente de inscrição era válido só para 1 mês, então depois disso eu não era mais inscrita e não fazia mais parte do Discord, mas foi legal ter conhecido. Continuei acompanhando o Dimi nas lives normalmente, sem ser inscrita.



Finalmente veio março de 2020. Minha mãe tinha assinado a Amazon e assim eu ganhei o direito de me inscrever em qualquer canal da Twitch (já está incluso na assinatura), então CLARO que eu me inscrevi no canal do Dimi. Ele ficou bem feliz porque a essa altura ele já me conhecia, eu estava sempre presente nas lives dele. Pude voltar a entrar no Discord do canal. Até aquela moderadora que tinha me presenteado falou que ficou feliz por mim e que sabia que um dia eu voltaria a me inscrever. A partir de então, todos os meses eu renovava a minha inscrição no canal do Dimi na Twitch. Vi ele crescer cada vez mais com o tempo.

Hoje fazem 3 anos que eu segui ele na Twitch pela primeira vez e que acompanho ele quase todos os dias lá de tanto que eu gosto, isso sem falar no canal do Youtube, daí é mais tempo ainda que conheço ele.



Fiz todo esse textão (desculpem, não consegui ser sucinta, haha), pra falar que se você for fã de assistir gameplays em lives e/ou quiser apenas bater papo com uma galera super legal na Internet, eu recomendo demais acompanhar o Dimi na Twitch (lives) e no Youtube (vídeos de gameplays). Eu faço isso desde 2017, já virou parte da minha rotina e é um ótimo jeito de relaxar e descontrair.

Apesar de The Sims ter sido o que me levou a conhecer o Dimi e ser o jogo pelo qual ele é mais conhecido na Internet, ele também joga muitas outras coisas, o que é maravilhoso porque foi através dele que conheci uma porção de jogos novos e legais, e expandi a visão limitada que eu tinha pra jogos. Praticamente todos os jogos que eu recomendo aqui no blog na aba Jogos são depois de assistir o Dimi jogando nas lives, ter curtindo, comprado e jogado eu mesma, e daí sim recomendado aqui.

Então fica a dica e a recomendação:

Dimas Vedovato




Indicações & Inspirações é um quadro daqui do blog onde eu falo um pouco de pessoas que me inspiram e que mexem comigo de alguma maneir...



Gênero: Distopia, Drama | Duração: 47-60 minutos | Criação: Bruce Miller | Baseado em: The Handmaid’s Tale, de Margaret Atwood | País de Origem: Estados Unidos | Classificação indicativa: 18 anos | Emissora: Hulu | Ano: 2017 – Presente | Temporadas: 4 | Episódios: 46 | Status: Em andamento

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Resumo:


Baseado na obra de Margaret Atwood, a série The Handmaid’s Tale se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado.

Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred (Elisabeth Moss) vive na casa do Comandante Waterford como uma Aia, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado.

Nessa sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred (cujo nome verdadeiro é June Osborne) vive entre comandantes, as suas esposas cruéis e seus servos – no qual qualquer um poderia ser um espião de Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver e encontrar a filha que foi tirada dela.

Resumo por Minha Série

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Resenha:


Eu assisto essa série desde a primeira temporada, quando ela “chegou já chegando” lá em 2017, causando e dando o que falar. Muita gente estava comentando da premissa que é intrigante, do roteiro muito bem escrito, da história que te prende, da fotografia belíssima que parece cinematográfica, e principalmente do quanto essa série é forte e pesada, não sendo indicada para menores de 18 anos.

De fato, não é uma série fácil de assistir, ela incomoda o telespectador de diferentes maneiras, convidando a refletir e debater sobre os temas abordados, principalmente sobre o retrocesso nos direitos femininos, conquistados ao longo da história de toda a humanidade.

Na história da série, as mulheres voltaram a ser meros objetos dos homens, completamente subjugadas pela sociedade. O que pode acontecer quando tempos desesperados levam a medidas desesperadas, somado ao poder nas mãos de pessoas ambiciosas. O resultado é uma ditadura que passa por cima dos direitos humanos.




Isso é uma coisa que nos faz lembrar de onde nós mulheres viemos, o nosso passado, e para onde jamais poderemos aceitar voltar. Foram muitos séculos de uma intensa escalada até a mulher ocupar a posição que tem hoje na sociedade, de igualdade com o homem e com seus próprios direitos, e que jamais podemos aceitar menos do que isso.

Essa é uma série que deveria ser assistida por todos, ainda mais porque não se trata tanto assim de uma ficção. Um exemplo contemporâneo, na nossa realidade, é o Afeganistão, que nos anos 40 as mulheres tinham liberdade para estudar, usar roupas comuns, mas que hoje vivem numa espécie de Gilead, tão submissas e amordaçadas quanto as Aias.




Gênero: Distopia, Drama | Duração: 47-60 minutos | Criação: Bruce Miller | Baseado em: The Handmaid’s Tale , de Margaret Atwood | País d...