Primeiros dias na Bahia: Porto Seguro e Praia da Coroa Vermelha


Essa viagem foi planejada desde o início de 2024. Minha mãe queria muito viajar para outro estado nas férias dela que seria em junho, de preferência para algum lugar quente e com praias porque nós gostamos muito, e assim nós pesquisamos e decidimos ir para a Bahia pela primeira vez, mais especificamente para Porto Seguro e suas redondezas. Uma viagem que se tornou motivo de grande animação e expectativa entre a gente, afinal não é o tipo de passeio que se faz com frequência.

Foi a minha primeira vez no Nordeste brasileiro e agora só falta eu conhecer o Norte para dar “check” no meu sonho e objetivo de visitar todas as cinco regiões do Brasil. Depois disso, o próximo objetivo é viajar para algum lugar fora do Brasil, um sonho que parece impossível pra mim, mas quem sabe um dia. Por enquanto, vamos conhecendo e aproveitando esses diversos lugares magníficos que o Brasil tem para oferecer.

Dia 1: Segunda, 03/06



Bom, a viagem começou na segunda-feira, dia 03 de junho. Pegamos avião no Aeroporto de Guarulhos (que fica do lado da minha casa, então tranquilo de chegar) e só aí eu já estava muito animada porque foi só a minha segunda vez andando de avião na vida, não consegui fingir costume, queria tirar foto de todos os momentos para deixar registrado, haha.


Depois de 1h40, pousamos no Aeroporto de Porto Seguro e pegamos um uber até o Best Western Shalimar Praia Hotel onde nos hospedamos. O hotel era grandioso e belíssimo, com várias piscinas (incluindo uma hidromassagem), café da manhã maravilhoso, um quarto muito bom e uma recepção maravilhosa, fomos muito bem tratadas lá.


Como já era umas 16h, fomos passear no centro comercial da cidade que é popularmente chamado de Passarela do Álcool. Também é conhecido como Passarela da Cultura, mas seu nome oficial hoje é Passarela do Descobrimento. É um calçadão à beira-mar com vários edifícios coloniais em tons pastel que são restaurantes e lojas. Quase todas as noites nós fomos passear por ali para jantar e comprar lembrancinhas do lugar. Nessa primeira noite comemos no famoso Colher de Pau que estava uma delícia.



Dia 2: Terça, 04/06


Nós conhecemos um uber que nos levou a alguns lugares famosos por lá. Nossa primeira parada foi no Centro Comercial Indígena Pataxó. É sempre interessante conhecer toda a cultura e comprar o artesanato que eles vendem. Participamos de uma dança típica que eles organizam com os turistas e foi muito legal. Ao final, contribuímos com uma caixinha para ajudar (não era obrigatório).


Isso me levou a refletir que hoje em dia é problemático um turista branco chegar lá e tirar foto com os cocar indígena e se deixar pintar por eles, sendo que eles mesmos vendem esse tipo de coisa para os turistas e é a fonte de renda deles desde que o homem branco chegou tomando as terras e construiu resorts no lugar (onde vários deles também trabalham, inclusive). Claro que tudo isso é muito triste, mas deixar de aceitar os produtos e serviços que eles vendem para os turistas também não ajuda em nada. Ao menos eu fiquei feliz de saber que eles ensinam a língua nativa nas escolas para as novas gerações, para que a cultura deles não se perca.


Bom, depois disso nosso uber nos deixou na Praia da Coroa Vermelha, que fica em Santa Cruz Cabrália. Foi o local onde Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil com toda a sua tripulação, mas essa parte da nossa História nós só fomos conhecer no último dia da viagem. Nesse dia nós apenas ficamos curtindo a praia mesmo, as ondas, tomamos sol na espreguiçadeira, almoçamos por lá. Também fomos conhecer o Caminho de Moisés, que é uma faixa de areia que aparece no mar quando a maré está baixa.


Ao final da tarde voltamos para o hotel onde tomamos banho, nos vestimos e fomos passear pelo centro, mas estava chovendo tanto que decidimos ficar num quiosque que era coberto e tinha música ao vivo, onde pedimos porções que não aguentamos comer tudo, haha.


Em breve lanço a continuação dessa viagem que foi nada menos do que incrível, apesar dos perrengues (muita chuva e algum mal-estar) que não deixamos nos abater em momento algum.


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