Stardew Valley – Larguei tudo e fui pra fazenda

30.8.21 Renata Carvalho 6 Comments



Gênero: Casual, Indie, RPG, Simulação | Desenvolvedor: ConcernedApe | Distribuidor: ConcernedApe | Lançamento: 2016 | Jogadores: De 1 a 4 pessoas | Disponível em português: Sim | Classificação indicativa: 12 anos | Onde encontrar: Steam, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One, Android, iOS

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Eu descobri Stardew Valley em abril desse ano, me apaixonei perdidamente e desde então venho jogando direto sem parar, de tão viciada que fiquei. Eu amo demais esses jogos de fazendinha que você começa com poucos recursos, mas com o tempo vai expandindo até estar com uma fazenda altamente lucrativa e bem sucedida. E outra coisa bem legal nele também é que você pode customizar a sua fazenda como você quiser, deixando-a visualmente bonita.

Premissa do jogo: “Você herdou a antiga fazenda do seu avô, em Stardew Valley. Com ferramentas de segunda-mão e algumas moedas, você parte para dar início a sua nova vida. Será que você vai aprender a viver da terra e transformar esse matagal em um próspero lar?”





Você tem à sua disposição 5 mapas para escolher com qual deles você fará sua fazenda do zero. Vai desenvolver habilidades plantando, colhendo, explorando, minerando, pescando, criando animais, lutando com monstros, dentre outras coisas. Vai desenvolver amizade (e algum possível romance) com os moradores da Vila Pelicanos, no qual vários deles carregam suas próprias questões e uma história profunda.

O jogo tem uma espécie de “fim”, que é quando você completa 100% do jogo e atinge a Perfeição (ou seja, após pegar todos os peixes do jogo, quando completa o museu, chega no nível 10 em todas as habilidades, chega no máximo de amizade com todos os personagens, etc.). Mas mesmo depois disso o jogo não acaba, você pode continuar jogando pra sempre, chegar no ano 10, 20, 50, 100...




O legal é ir jogando no seu tempo, sem pressa nenhuma de conquistar as coisas, sempre aos poucos. É o tipo de jogo pra se ir curtindo tranquilamente cada momento, e sem ficar se comparado a ninguém, achando que está “atrasado”. Não existe isso, não é uma corrida de quem faz as coisas primeiro. Como eu já disse, o jogo é infinito, então não precisa ter pressa pra fazer nada.

Eu fui conhecendo tudo e desfrutando de cada segundo, conforme entendia como tudo funcionava e o que eu tinha que fazer. É sempre uma experiência incrível e bem melhor quando você descobre sozinho as coisas, ao invés de alguém te dizer que o você tem que fazer.

Até agora eu só joguei em uma fazenda, a Padrão, e estou quase terminando de customizar ela (estou até pensando em fazer um post aqui mostrando ela de tão orgulhosa que fiquei com minha criação, haha), mas assim que acabar, com certeza pretendo criar outras fazendas e jogar em outros mapas. O jogo permite que você crie quantos saves quiser.




Fiquei tão viciada nesse jogo que até fui atrás de me “aprofundar” nesse tema, haha. Descobri a Stardew Valley Wiki que é uma página que explica como funcionam várias coisas no jogo, eu consultava muito no começo quando ainda estava aprendendo sobre tudo, tipo as plantações de cada estação, quais eram os presentes que os aldeões gostavam, onde encontrar determinado peixe que eu queria pescar, etc.

Também conheci a perfeita da Wimona Lee que é viciada em Stardew Valley e faz vários vídeos no Youtube e lives na Twitch pra tirar dúvidas das pessoas e ajudar nesse jogo.




Enfim, eu acho que é um jogo muito incrível pra ser tão barato e que ainda recebe atualizações gratuitas com novos conteúdos anualmente. Quem também curte jogos de fazenda com várias coisas para fazer, Stardew Valley é um prato cheio.

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Gênero: Casual, Indie, RPG, Simulação | Desenvolvedor: ConcernedApe | Distribuidor: ConcernedApe | Lançamento: 2016 | Jogadores: De 1 a...

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O meu vício nas lives do Dimi

23.8.21 Renata Carvalho 5 Comments


Indicações & Inspirações é um quadro daqui do blog onde eu falo um pouco de pessoas que me inspiram e que mexem comigo de alguma maneira com seu trabalho e que eu recomendo muito. Eu criei lá em 2014 falando da Pam Gonçalves e do Jovem Nerd, depois dei uma parada, mas agora quero trazer ele de volta aqui para o blog de vez em quando, como nesse post.


Como eu gosto de documentar aqui no blog qualquer coisa (relevante ou não) da minha vida, eu achei que seria válido vir aqui falar um pouco sobre uma coisa que faz parte da minha vida há alguns anos e pela qual me sinto muito bem, me deixa muito feliz.

Eu sou essa pessoa que gosta demais de assistir gameplays desde criança. Sempre curti ver os outros jogarem algum jogo, as vezes até mais do que eu mesma jogar. É como se eu estivesse simplesmente assistindo a televisão, mas com a diferença que eu posso ficar palpitando sobre o que o personagem deve fazer para a pessoa do meu lado que estiver controlando ele, haha. E essa também é uma maneira de eu avaliar se gosto ou não daquele jogo, antes de decidir investir na compra dele e jogar eu mesma.



Sendo assim, claro que eu fui atrás de conhecer vários youtubers e streamers que fizessem vídeos e lives jogando algum jogo para tentar achar aquele(s) com quem pudesse me identificar mais. E foi assim que em 2017 acabei descobrindo e me apaixonado pelo trabalho do Dimas Vedovato.


Foi o The Sims que me levou a ENCONTRAR ele porque é o meu jogo favorito e ele é conhecido principalmente por jogar isso, mas FIQUEI porque o Dimi é essa pessoa muito bacana, engraçado, sincero, não subestima a inteligência de ninguém tratando as pessoas como criança (“E aí galerinha, tudo bem?”, como já vi muita gente fazer), e da qual me sinto à vontade e próxima pra bater papo e jogar conversa fora nas lives dele. E isso sem falar da comunidade incrível que ele criou no Discord para inscritos da Twitch dele.


A minha história com o Dimi
No ano de 2017, lá estava eu no Youtube procurando uma gameplay de The Sims (que é o meu jogo favorito e basicamente o único que eu jogava na época), quando topei com vários vídeos de construção no The Sims 4 que ele tinha gravado. Comecei a assistir um atrás do outro e me apaixonei, então não resisti em me inscrever no canal dele. Ali eu descobri mais vídeos de The Sims e praticamente maratonei o canal dele, e não tinha pouca coisa não, afinal ele criou aquele canal em abril de 2016.

O tempo foi passando. Em 2018 ele começou a falar nos vídeos dele que ele fazia lives todos os dias na Twitch, convidando as pessoas a irem ver. Finalmente um dia a curiosidade me venceu e eu fui atrás pra ver o que afinal era essa tal de “Twitch”.



Foi no dia 23 de agosto de 2018 (ou seja, há exatos 3 anos), que eu vi o Dimi ao vivo pela primeira vez na Twitch. Naquela hora ele não estava jogando nada, só batendo papo com as pessoas no chat. Eu criei uma conta lá e passei a seguir ele. Ele lia o nome de todo mundo que começava a seguir ele, então surtei quando ele leu o meu, haha. Dei uma de “fanzoca” e mandei no chat “Oi Dimi, eu te adoro, assisto todos os seus vídeos, sou sua fã”, hahaha. Ele leu aquilo e ficou feliz, me agradecendo. Nessa hora eu surtei de novo porque ele soube da minha existência (haha, eu estava muito animada), e decidi que passaria a assistir as lives dele sempre.

A partir daí não desgrudei mais da Twitch e das lives do Dimi, estava sempre presente, sempre falando no chat, e com o tempo eu fui não apenas conhecendo melhor o Dimi (e descobrindo que ele não era nenhuma celebridade inacessível, mas sim uma pessoa comum, legal e divertida), mas também fui conhecendo outras pessoas no chat que também frequentavam as lives dele e eram muito legais.



Em junho de 2019, lá estava eu assistindo o Dimi jogar alguma coisa quando fui surpreendida com o meu nome aparecendo na tela como se eu tivesse me inscrito. De início fiquei confusa, tentando entender o que eu tinha feito sem querer, haha. Mas acontece que foi uma das moderadoras que resolveu sortear uma inscrição de presente na live, e EU tinha sido a pessoa sorteada pela Twitch.

Fiquei mega feliz, agradeci demais a moderadora pelo presente e assim pude entrar no Discord que o Dimi tinha criado apenas para os inscritos do canal dele. Descobri ali uma comunidade bem legal, cheia de gente incrível.

O presente de inscrição era válido só para 1 mês, então depois disso eu não era mais inscrita e não fazia mais parte do Discord, mas foi legal ter conhecido. Continuei acompanhando o Dimi nas lives normalmente, sem ser inscrita.



Finalmente veio março de 2020. Minha mãe tinha assinado a Amazon e assim eu ganhei o direito de me inscrever em qualquer canal da Twitch (já está incluso na assinatura), então CLARO que eu me inscrevi no canal do Dimi. Ele ficou bem feliz porque a essa altura ele já me conhecia, eu estava sempre presente nas lives dele. Pude voltar a entrar no Discord do canal. Até aquela moderadora que tinha me presenteado falou que ficou feliz por mim e que sabia que um dia eu voltaria a me inscrever. A partir de então, todos os meses eu renovava a minha inscrição no canal do Dimi na Twitch. Vi ele crescer cada vez mais com o tempo.

Hoje fazem 3 anos que eu segui ele na Twitch pela primeira vez e que acompanho ele quase todos os dias lá de tanto que eu gosto, isso sem falar no canal do Youtube, daí é mais tempo ainda que conheço ele.



Fiz todo esse textão (desculpem, não consegui ser sucinta, haha), pra falar que se você for fã de assistir gameplays em lives e/ou quiser apenas bater papo com uma galera super legal na Internet, eu recomendo demais acompanhar o Dimi na Twitch (lives) e no Youtube (vídeos de gameplays). Eu faço isso desde 2017, já virou parte da minha rotina e é um ótimo jeito de relaxar e descontrair.

Apesar de The Sims ter sido o que me levou a conhecer o Dimi e ser o jogo pelo qual ele é mais conhecido na Internet, ele também joga muitas outras coisas, o que é maravilhoso porque foi através dele que conheci uma porção de jogos novos e legais, e expandi a visão limitada que eu tinha pra jogos. Praticamente todos os jogos que eu recomendo aqui no blog na aba Jogos são depois de assistir o Dimi jogando nas lives, ter curtindo, comprado e jogado eu mesma, e daí sim recomendado aqui.

Então fica a dica e a recomendação:

Dimas Vedovato




Indicações & Inspirações é um quadro daqui do blog onde eu falo um pouco de pessoas que me inspiram e que mexem comigo de alguma maneir...

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Série: The Handmaid’s Tale

16.8.21 Renata Carvalho 4 Comments



Gênero: Distopia, Drama | Duração: 47-60 minutos | Criação: Bruce Miller | Baseado em: The Handmaid’s Tale, de Margaret Atwood | País de Origem: Estados Unidos | Classificação indicativa: 18 anos | Emissora: Hulu | Ano: 2017 – Presente | Temporadas: 4 | Episódios: 46 | Status: Em andamento

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Resumo:


Baseado na obra de Margaret Atwood, a série The Handmaid’s Tale se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado.

Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred (Elisabeth Moss) vive na casa do Comandante Waterford como uma Aia, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado.

Nessa sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred (cujo nome verdadeiro é June Osborne) vive entre comandantes, as suas esposas cruéis e seus servos – no qual qualquer um poderia ser um espião de Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver e encontrar a filha que foi tirada dela.

Resumo por Minha Série

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Resenha:


Eu assisto essa série desde a primeira temporada, quando ela “chegou já chegando” lá em 2017, causando e dando o que falar. Muita gente estava comentando da premissa que é intrigante, do roteiro muito bem escrito, da história que te prende, da fotografia belíssima que parece cinematográfica, e principalmente do quanto essa série é forte e pesada, não sendo indicada para menores de 18 anos.

De fato, não é uma série fácil de assistir, ela incomoda o telespectador de diferentes maneiras, convidando a refletir e debater sobre os temas abordados, principalmente sobre o retrocesso nos direitos femininos, conquistados ao longo da história de toda a humanidade.

Na história da série, as mulheres voltaram a ser meros objetos dos homens, completamente subjugadas pela sociedade. O que pode acontecer quando tempos desesperados levam a medidas desesperadas, somado ao poder nas mãos de pessoas ambiciosas. O resultado é uma ditadura que passa por cima dos direitos humanos.




Isso é uma coisa que nos faz lembrar de onde nós mulheres viemos, o nosso passado, e para onde jamais poderemos aceitar voltar. Foram muitos séculos de uma intensa escalada até a mulher ocupar a posição que tem hoje na sociedade, de igualdade com o homem e com seus próprios direitos, e que jamais podemos aceitar menos do que isso.

Essa é uma série que deveria ser assistida por todos, ainda mais porque não se trata tanto assim de uma ficção. Um exemplo contemporâneo, na nossa realidade, é o Afeganistão, que nos anos 40 as mulheres tinham liberdade para estudar, usar roupas comuns, mas que hoje vivem numa espécie de Gilead, tão submissas e amordaçadas quanto as Aias.




Gênero: Distopia, Drama | Duração: 47-60 minutos | Criação: Bruce Miller | Baseado em: The Handmaid’s Tale , de Margaret Atwood | País d...

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Internet: Orkut, Flickr e We Heart It

9.8.21 Renata Carvalho 2 Comments

Internet é um quadro daqui do blog onde eu falo das redes sociais que mais estou usando no momento. Essa é uma forma de documentar aqui no blog esses sites que estão super em alta hoje em dia e ver como estarão no futuro, se terão se reinventado ou se serão esquecidos.

• A ideia desse quadro veio depois de eu revisitar meu post [Meme] Internet Old School, no qual eu falo de tudo o que vivi na Internet por boa parte dos anos 90 e todos os anos 2000, e notar como hoje tudo isso virou lembranças e nostalgia.

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ORKUT
Pela primeira vez nesse quadro, vamos agora falar de sites que já fazem parte do passado e ninguém (ou quase ninguém) usa mais. Começando pelo saudoso Orkut, que surgiu em 2004, mas teve o seu fim em 2014. Tratava-se de uma rede social no qual o usuário podia criar seu perfil e adicionar seus amigos para conversar livremente com eles. Também era possível criar e fazer parte de comunidades sobre os mais diversos assuntos e debater sobre eles com outras pessoas.

Ele foi revolucionário quando surgiu, uma nova forma de se comunicar com os amigos pela Internet, já que antes só existia por e-mail. Forma essa que mais tarde foi copiado e aperfeiçoado por outras redes sociais que surgiram nos anos seguintes. No Orkut agora era possível mandar e receber mensagens (scraps), postar fotos e receber comentários das pessoas nelas, trocar depoimentos, adicionar jogos ao seu perfil por meio de aplicativos (os mais famosos da época eram o BuddyPoke e a Colheita Feliz.

Eu era viciada no Orkut, assim como muita gente na época. Mas eu me lembro até hoje com clareza que a partir de agosto de 2011, todo mundo que eu conhecia começou a migrar do Orkut para o Facebook, e em novembro do mesmo ano, o Orkut já era considerando “abandonado” e “morto”. Realmente chegou um momento que o Orkut já não supria mais as necessidades das pessoas, por isso mudaram de rede social, mas ainda assim são válidas todas as lembranças e bons momentos que vivemos ali.

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FLICKR
O Flickr surgiu em 2004. Continua no ar até hoje, apesar de atualmente pouca gente usar. É um site para hospedagem de fotos, desenhos e ilustrações. Era utilizado principalmente por fotógrafos que queriam expor o seu trabalho, tipo um portfólio. Mas claro que muita gente usou ele para postar qualquer foto do dia-a-dia, sem nenhum tema específico.

Eu criei minha segunda conta lá em 2011 com o objetivo de apenas postar fotos aleatórias que eu tirava ou que tiravam de mim, em algumas fases da minha vida (rehcarv).

Mas o meu desejo de verdade sempre foi adquirir uma câmera fotográfica profissional e aprender de verdade a tirar fotos como os profissionais e postar no Flickr, encontrar a minha própria assinatura nas fotografias, mas apenas como um hobby. Espero um dia realizar esse sonho. Para isso, recentemente resgatei uma conta no Flickr ainda mais antiga que eu tinha, a primeira que criei que foi em 2007, e acabei abandonando depois de um tempo, mas espero postar ali fotos realmente boas um dia (renatacarv).

Minhas contas no Flickr: rehcarvrenatacarv

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WE HEART IT
O We Heart It surgiu em 2007, mas eu só fui criar uma conta em 2012. Eu costumo dizer que é o predecessor do Pinterest, pois também é uma rede social para compartilhamento de imagens e gifs fofos, engraçados, inspiradores, enfim, de coisas que cada um gosta.

Eu usava principalmente para ver “bonitezas”, ou seja, looks e penteados bonitos, animais fofos tipo gatinhos, meus cantores favoritos com algum trecho de alguma canção dele como legenda, cenas dos meus filmes favoritos, minhas comidas favoritas (principalmente chocolate, haha), paisagens, ilustrações que chamavam minha atenção, enfim, um pouco de tudo.

Também continua no ar até hoje, apesar de atualmente não ser tão utilizado assim. Meio que acabou sendo “trocado” pelo Pinterest mais tarde pelas pessoas, mas continua sendo ótimo.

We Heart It: renatacarv

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Confira também os posts anteriores:



• Internet é um quadro daqui do blog onde eu falo das redes sociais que mais estou usando no momento. Essa é uma forma de documentar aqui n...

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The Sims 3 - Personalização total do jogo ao seu alcance

2.8.21 Renata Carvalho 6 Comments



Gênero: Casual, Simulação | Desenvolvedor: Maxis | Distribuidor: Eletronic Arts | Lançamento: 2009 | Jogadores: 1 | Disponível em português: Sim | Classificação indicativa: 16 anos | Onde encontrar: Origin, Steam

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De todos os jogos dessa série, o The Sims 3 foi o que eu menos joguei, e consequentemente é o que eu menos conheço. Na época do seu lançamento em 2009, o jogo era muito caro pra mim, não tinha como eu comprar, então apesar de muitas vezes eu passar vontade vendo ele a venda nas lojas, eu tive que desencanar e deixar pra lá.

Passaram-se muitos anos. Em 2014 eu finalmente consegui jogar o The Sims 2 porque ele ficou de graça por tempo limitado na Origin como falei nesse post AQUI. Em 2015 eu consegui comprar o The Sims 4 numa promoção na Origin e também joguei muito ele. E finalmente, foi só em 2019 que eu vi o The Sims 3 numa promoção boa na Steam e comprei (ou seja, 10 anos depois do seu lançamento).



Infelizmente eu fui jogar o The Sims 3 DEPOIS de ter jogado o The Sims 4, só depois de ter conhecido coisa melhor, com gráficos melhores, e isso fez toda a diferença, foi impossível não comparar os dois jogos. O The Sims 3 me parecia ultrapassado, gráficos antigo, com pouca coisa pra fazer e explorar no mundo (eu só tinha o jogo base, ao contrário do The Sims 2 que peguei a coleção completa, com tudo incluso, e isso TAMBÉM fez diferença na experiência de jogar).

Enfim, o resultado é que eu não gostei tanto do The Sims 3, joguei pouco apenas para conhecer de modo geral, mas logo larguei. Mas a culpa não é do jogo em si, mas sim da situação toda que levou a isso: O fato de eu não ter conseguido jogar na época que ele estava em alta porque não era acessível, consequentemente dele não ter feito parte da minha vida para que eu adquirisse um carinho especial como aconteceu com os outros, e de eu depois ter conhecido coisa melhor e ele ter ficado ultrapassado pra mim.



O The Sims 3 possui 11 Pacotes de Expansão, lançados entre 2009 e 2013, sendo eles:

• Volta ao Mundo
• Ambições
• Caindo na Noite
• Gerações
• Pets
• Showtime
• Sobrenatural
• Estações
• Vida Universitária
• Ilha Paradisíaca
• No Futuro

Também possui 9 Coleções de Objetos, lançados entre 2010 e 2013, sendo eles:

• Vida em Alto Estilo
• Acelerando
• Vida ao Ar Livre
• Vida Urbana
• Suíte de Luxo
• Mundo Doce
• Diesel
• Anos 70, 80 e 90
• Cinema



O The Sims 3 inova ao trazer um mundo aberto por onde os Sims podem se movimentar entre os bairros sem nenhuma tela de carregamento. Também há uma nova ferramenta de design onde cada objeto pode ser customizado com qualquer cor, material ou padrão no Modo de Construção. Já no Criar um Sim, agora é possível criar uma personalidade única para o Sim.

Junto com o jogo, foi lançado a The Sims 3 Store, que é uma loja online onde os jogadores podem comprar e baixar conteúdo adicionais para o seu jogo. Ela oferece coisas exclusivas como roupas, objetos, locais, mundos, dentre outros.

Agora os mapas do jogo deixam para trás o conceito de Vizinhanças e passam a adotar o termo Mundos, que corresponde ao conjunto de lotes e famílias dentro do jogo, e que também podem ser personalizados com a escolha do terreno, estradas, vegetação, lotes, etc.

As histórias do The Sims 3 se passam 25 anos ANTES do The Sims 1, e 50 anos ANTES do The Sims 2. Sendo assim, a cronologia correta dos personagens é: The Sims 3 > The Sims 1 > The Sims 2.



Sunset Valley é o principal mundo que veio no jogo base do The Sims 3. Nele, você encontra tanto famílias novas e com histórias novas para jogar, quanto algumas das famílias mais marcantes e memoráveis da série que já apareceram antes:

• A Família Caixão é formada por Gusmão, sua esposa Cornélia e seu filho criança Vladmir. Eles representam o “dinheiro velho” por terem herdado sua fortuna de gerações anteriores. São góticos e sombrios. Fica a dúvida no jogo se o ar melancólico que os rodeia vai afetar Vladmir quando crescer.

• A Família Quero-Tudo-Que-É-Seu é formada por Nanci, seu marido Godofredo e seu filho criança Malcolm. Nanci é uma empresária influente e esnobe. Godofredo é um médico modesto. Malcolm só quer ser um garoto normal, mas sua mãe insiste em prepara-lo para assumir toda a responsabilidade da herança da família.

• A Família Rugabaixa é formada apenas por Agnes que é uma jovem adulta. Ela é irmã de Cornélia Caixão e tia de Vladmir Caixão. Ela está de luto pela morte de seu marido Erik Darling, que morreu de afogamento na lua-de-mel (um trauma que possivelmente levou ela a ter desgosto por romances e se tornar uma idosa rabugenta que age com violência ao presenciar interações românticas no The Sims 1).

• A Família Solteirus é formada por Simis, sua esposa Jocasta, seu filho adolescente Miguel, e sua filha criança Laura. São uma família bem forte e unida, e os filhos são sociáveis e comportados.

• A Família Langerak é formada pela filha criança Catarina, sua mãe Iliana que trabalha fora o dia inteiro, seu pai Dustin e seu irmão adolescente Parker (cuja bagunça de ambos Catarina é obrigada a limpar, o que sugere sua futura profissão em The Sims 2 como empregada doméstica), e pela sua tia Zelda Mae (que possui uma grande amizade com o cunhado Dustin, o que sugere que eles possam vir a ter um romance escondido, imitado por Catarina quando adulta no The Sims 2 ao se envolver num triângulo amoroso).



Com os Pacotes de Expansão, mais mundos podem ser incluídos no jogo, como Twinbrook (Ambições), Bridgeport (Caindo na Noite), Appaloosa Plains (Pets), Starlight Shores (Showtime), Moonlight Falls (Sobrenatural), e Isla Paradiso (Ilha Paradisíaca).

Há também algumas sub-vizinhanças como Al Simhara, Champs Les Sims, e Shang Simla (Volta ao Mundo), Universidade Sims (Vida Universitária), e Oasis Landing (No Futuro).



E por fim, há também muitos outros mundos que estão disponíveis para download no The Sims 3 Store. Vários deles resgatam personagem que já apareceram na série antes, como:

Riverview: Don Lotário, Durango Malpaga (ainda criança que mora com os pais), João Novato (adolescente, futuro marido de Bete e futuro sogro de Durango), e Bete Simovitch (adolescente, futura esposa de João e futura sogra de Durango).

Barnacle Bay: Dina e Nina Caliente.

Hidden Springs

Lagos Lunares

Lucky Palms: Dario nas Nuvens (jovem adulto, futuro marido de Darlene), Darlene Coelho (jovem adulta, futura esposa de Dario).

Maré Radiante: Daniel e Maria José dos Encantos (recém-casados e estão em lua-de-mel).

Monte Vista

Aurora Skies: Loki Bicudo (criança, mora com os pais e a irmã aqui antes de se mudaram pra Estranhópolis no The Sims 2).

Vale do Dragão: João Subúrbio e Jennifer dos Encantos (estão noivos e viajando antes de se casarem).

Midnight Hollow: Olívia Espectro e seu filho bebê Nervoso Cobaia.

Roaring Heights



O jogo inteiro é muito incrível e gigantesco. O mundo aberto é um diferencial, a possibilidade de ter carros e eles serem úteis no jogo, o fato do jogo ser bem interativo e dinâmico com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo (casa pegar fogo, alguém te assaltar, bebê chorando, cachorro sumir, haha), inúmeras possibilidades de modificação, grande conteúdo desde o jogo base faz com que a gente tenha muito o que explorar.

É por isso que um dia eu ainda quero (e vou) dar mais uma chance para o The Sims 3. Sinto que ainda tem muita coisa pra descobrir e que vou curtir cada segundo dele. E eu, como grande fã da série The Sims desde o lançamento do primeiro jogo, devo isso a ele, ele merece.

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Gênero: Casual, Simulação | Desenvolvedor: Maxis | Distribuidor: Eletronic Arts | Lançamento: 2009 | Jogadores: 1 | Disponível em portu...

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