Série: The Big Bang Theory

13.9.21 Renata Carvalho 2 Comments



Gênero: Comédia | Duração: 18-22 minutos | Criação: Chuck Lorre, Bill Prady | Baseado em: – | País de Origem: Estados Unidos | Classificação indicativa: 12 anos | Emissora: CBS | Ano: 2007-2019 | Temporadas: 12 | Episódios: 279 | Status: Finalizado

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Resumo:


Leonard e Sheldon são físicos brilhantes que entendem como o universo funciona. Mas nada dessa inteligência os ajuda a interagir com as pessoas. Tudo isso muda quando uma bela jovem chamada Penny se muda para o apartamento ao lado. Sheldon contenta-se em passar as noites jogando com os amigos socialmente disfuncionais deles, os cientistas Howard e Raj. Mas Leonard vê em Penny todo um universo de possibilidades... incluindo o amor.

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Resenha:


The Big Bang Theory é uma daquelas sitcom (comédia de situação) que eu via passando aleatoriamente na televisão e assistia como quem não quer nada, já que eram episódios curtos e engraçados, e acabei me apaixonando. Então fiz questão de assistir desde o começo todas as 12 temporadas e fiquei com aquele vazio no peito quando terminou tudo.

Foi muito engraçado acompanhar a vida de quatro amigos nerds que são gênios da física, astronomia e engenharia, além da serem fãs e entenderem tudo sobre livros, filmes e séries da cultura pop, quadrinhos e super-heróis, porém se verem perdidos e confusos, sem saber como lidar, com a nova vizinha que se muda para o apartamento ao lado. O mundo dela é tão diferente e novo para eles, quanto o deles são pra ela, mas mesmo assim dali surge uma amizade longa e sincera.




Nós acompanhamos os personagens evoluindo e redescobrindo tanto o mundo quanto a si mesmos, além de situações engraçadas que passam por não conhecerem ou entenderem algo. O próprio Sheldon é o mais engraçado que nos presenteou com seu famoso bordão “Bazinga!” nas primeiras temporadas. Ele se acha o mais inteligente dos amigos, pregando peças que para ele são as mais engraçadas do mundo, e a gente acaba rindo não só das piadas, mas também do próprio Sheldon que é muito hilário.

Ao longo das temporadas, mais personagens foram adicionados como a Bernadete, a Amy e o Stuart, que ganharam bastante destaque. E várias celebridades fizeram participação especial na série como Bill Gates, Leonard Nimoy (intérprete do Spock, de Jornada nas Estrelas), Mark Hamill (intérprete de Luke Skywalker, de Star Wars), Christopher Lloyd (intérprete do Dr. Emmett Brown, de De Volta Para o Futuro), Sean Astin (intérprete do Sam, em O Senhor dos Anéis), Stan Lee, Stephen Hawking, dentre vários outros.




E uma curiosidade é que um professor de física e astronomia da Universidade da Califórnia, David Saltzberg, era quem costumava revisar os roteiros e fornecer diálogos, equações matemáticas e digramas para serem usados na série.

Enfim, para quem curte comédia com episódios curtos e é fã da cultura pop, The Big Bang Theory é um prato cheio. Ela se mantém incrível do começo ao fim, trazendo várias referências e homenagens. Foi muito bom enquanto durou e já faz parte das minhas séries favoritas.


Resenhas que já tinham sido feitas aqui no blog dessa série:


Gênero: Comédia | Duração: 18-22 minutos | Criação: Chuck Lorre, Bill Prady | Baseado em: – | País de Origem: Estados Unidos | Classifi...

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A Esperança – Suzanne Collins

6.9.21 Renata Carvalho 3 Comments

Trilogia: Jogos Vorazes #3

Título original: Mockingjay
Autor: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Gênero: Ação, Aventura, Distopia, Ficção, Romance
Ano: 2011
Páginas: 424
Lido em: Setembro de 2012
Nota: 5 Estrelas | Favorito 

Sinopse: Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?

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A Esperança é o terceiro livro da trilogia, escrito por Suzanne Collins.

A nação de Panen está oficialmente em guerra civil. Vários rebeldes de todos os distritos estão se levantando contra a Capital, que tem revidado com muita violência, tortura e morte. Katniss foi resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 (que havia sobrevivido ao bombardeio e estava escondido). Ele é governado pela presidente Alma Coin, que trabalha com os rebeldes para derrubar a Capital e quer que Katniss assuma seu papel como o Tordo para incentivar as pessoas a fazerem o mesmo e se libertarem do regime totalitário.

Apesar de ter consigo sua mãe, sua irmã Prim (ambas se tornaram médicas) e Gale, Katniss não consegue assumir seu papel como o Tordo porque ela está preocupada com Peeta que foi sequestrado pela Capital. Ele aparece na televisão pedindo para os levantes pararem (obrigado pelo Presidente Snow), e Katniss vê o quanto ele está sofrendo. Para não perder o símbolo da revolução, a Presidente Coin organiza um grupo para resgatar Peeta. Eles são bem sucedidos no resgate, porém Peeta sofreu uma lavagem cerebral e acredita que Katniss é a verdadeira inimiga, tentando matá-la. Diante dessa situação, Katniss se empenha mais do que nunca para fazer o Presidente Snow pagar pelo que fez a Peeta.

A partir daí, Katniss se reúne com outros rebeldes (Gale e Finnick inclusos) e saem pelos distritos para tentar tomar a Capital. Eles vão tanto precisar tomar cuidado com guardas que estão prontos para conter qualquer levante da população, quanto contar com a ajuda de vários partidários da revolução. E apesar de se concentrar o tempo todo na morte do Presidente Snow que colocará um fim nisso tudo, Katniss deve saber que nem todos ao seu lado querem o mesmo que ela.


A conclusão épica! Eu sempre tive receio de as conclusões não estarem à altura de alguma saga que vinha sendo muito boa, mas para meu alívio, A Esperança conseguiu fechar com chave de ouro essa trilogia de forma espetacular.

O livro é muito intenso, você se pega prendendo a respiração com os acontecimentos e bola inúmeras teorias do que vai acontecer, só pra errar todas e ficar feliz com isso, afinal somos surpreendidos o tempo inteiro com as reviravoltas. Muitas dúvidas são respondidas e tem muitas resoluções de coisas inacabadas.

A minha ÚNICA ressalva é com uma coisa que acontece no final do livro que deu a impressão de toda a jornada e todo o esforço da Katniss até aqui não ter servido pra nada, afinal acontece justamente o que ela queria evitar. Mas enfim, a trilogia inteira foi tão incrível que esse detalhe não chega a incomodar de fato e sou capaz de recomendar sem pensar duas vezes. Foi com certeza uma das melhores histórias que já li na vida!



The Hunger Games
1. The Hunger Games (2008) — Jogos Vorazes
2. Catching Fire (2009) — Em Chamas
3. Mockingjay (2010) — A Esperança



Trilogia: Jogos Vorazes #3 Título original: Mockingjay Autor: Suzanne Collins Editora: Rocco Gênero: Ação, Aventura, Distopia, Ficção, ...

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Stardew Valley – Larguei tudo e fui pra fazenda

30.8.21 Renata Carvalho 6 Comments



Gênero: Casual, Indie, RPG, Simulação | Desenvolvedor: ConcernedApe | Distribuidor: ConcernedApe | Lançamento: 2016 | Jogadores: De 1 a 4 pessoas | Disponível em português: Sim | Classificação indicativa: 12 anos | Onde encontrar: Steam, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One, Android, iOS

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Eu descobri Stardew Valley em abril desse ano, me apaixonei perdidamente e desde então venho jogando direto sem parar, de tão viciada que fiquei. Eu amo demais esses jogos de fazendinha que você começa com poucos recursos, mas com o tempo vai expandindo até estar com uma fazenda altamente lucrativa e bem sucedida. E outra coisa bem legal nele também é que você pode customizar a sua fazenda como você quiser, deixando-a visualmente bonita.

Premissa do jogo: “Você herdou a antiga fazenda do seu avô, em Stardew Valley. Com ferramentas de segunda-mão e algumas moedas, você parte para dar início a sua nova vida. Será que você vai aprender a viver da terra e transformar esse matagal em um próspero lar?”





Você tem à sua disposição 5 mapas para escolher com qual deles você fará sua fazenda do zero. Vai desenvolver habilidades plantando, colhendo, explorando, minerando, pescando, criando animais, lutando com monstros, dentre outras coisas. Vai desenvolver amizade (e algum possível romance) com os moradores da Vila Pelicanos, no qual vários deles carregam suas próprias questões e uma história profunda.

O jogo tem uma espécie de “fim”, que é quando você completa 100% do jogo e atinge a Perfeição (ou seja, após pegar todos os peixes do jogo, quando completa o museu, chega no nível 10 em todas as habilidades, chega no máximo de amizade com todos os personagens, etc.). Mas mesmo depois disso o jogo não acaba, você pode continuar jogando pra sempre, chegar no ano 10, 20, 50, 100...




O legal é ir jogando no seu tempo, sem pressa nenhuma de conquistar as coisas, sempre aos poucos. É o tipo de jogo pra se ir curtindo tranquilamente cada momento, e sem ficar se comparado a ninguém, achando que está “atrasado”. Não existe isso, não é uma corrida de quem faz as coisas primeiro. Como eu já disse, o jogo é infinito, então não precisa ter pressa pra fazer nada.

Eu fui conhecendo tudo e desfrutando de cada segundo, conforme entendia como tudo funcionava e o que eu tinha que fazer. É sempre uma experiência incrível e bem melhor quando você descobre sozinho as coisas, ao invés de alguém te dizer que o você tem que fazer.

Até agora eu só joguei em uma fazenda, a Padrão, e estou quase terminando de customizar ela (estou até pensando em fazer um post aqui mostrando ela de tão orgulhosa que fiquei com minha criação, haha), mas assim que acabar, com certeza pretendo criar outras fazendas e jogar em outros mapas. O jogo permite que você crie quantos saves quiser.




Fiquei tão viciada nesse jogo que até fui atrás de me “aprofundar” nesse tema, haha. Descobri a Stardew Valley Wiki que é uma página que explica como funcionam várias coisas no jogo, eu consultava muito no começo quando ainda estava aprendendo sobre tudo, tipo as plantações de cada estação, quais eram os presentes que os aldeões gostavam, onde encontrar determinado peixe que eu queria pescar, etc.

Também conheci a perfeita da Wimona Lee que é viciada em Stardew Valley e faz vários vídeos no Youtube e lives na Twitch pra tirar dúvidas das pessoas e ajudar nesse jogo.




Enfim, eu acho que é um jogo muito incrível pra ser tão barato e que ainda recebe atualizações gratuitas com novos conteúdos anualmente. Quem também curte jogos de fazenda com várias coisas para fazer, Stardew Valley é um prato cheio.

♦ Me adicione na Steam


Gênero: Casual, Indie, RPG, Simulação | Desenvolvedor: ConcernedApe | Distribuidor: ConcernedApe | Lançamento: 2016 | Jogadores: De 1 a...

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O meu vício nas lives do Dimi

23.8.21 Renata Carvalho 5 Comments


Indicações & Inspirações é um quadro daqui do blog onde eu falo um pouco de pessoas que me inspiram e que mexem comigo de alguma maneira com seu trabalho e que eu recomendo muito. Eu criei lá em 2014 falando da Pam Gonçalves e do Jovem Nerd, depois dei uma parada, mas agora quero trazer ele de volta aqui para o blog de vez em quando, como nesse post.


Como eu gosto de documentar aqui no blog qualquer coisa (relevante ou não) da minha vida, eu achei que seria válido vir aqui falar um pouco sobre uma coisa que faz parte da minha vida há alguns anos e pela qual me sinto muito bem, me deixa muito feliz.

Eu sou essa pessoa que gosta demais de assistir gameplays desde criança. Sempre curti ver os outros jogarem algum jogo, as vezes até mais do que eu mesma jogar. É como se eu estivesse simplesmente assistindo a televisão, mas com a diferença que eu posso ficar palpitando sobre o que o personagem deve fazer para a pessoa do meu lado que estiver controlando ele, haha. E essa também é uma maneira de eu avaliar se gosto ou não daquele jogo, antes de decidir investir na compra dele e jogar eu mesma.



Sendo assim, claro que eu fui atrás de conhecer vários youtubers e streamers que fizessem vídeos e lives jogando algum jogo para tentar achar aquele(s) com quem pudesse me identificar mais. E foi assim que em 2017 acabei descobrindo e me apaixonado pelo trabalho do Dimas Vedovato.


Foi o The Sims que me levou a ENCONTRAR ele porque é o meu jogo favorito e ele é conhecido principalmente por jogar isso, mas FIQUEI porque o Dimi é essa pessoa muito bacana, engraçado, sincero, não subestima a inteligência de ninguém tratando as pessoas como criança (“E aí galerinha, tudo bem?”, como já vi muita gente fazer), e da qual me sinto à vontade e próxima pra bater papo e jogar conversa fora nas lives dele. E isso sem falar da comunidade incrível que ele criou no Discord para inscritos da Twitch dele.


A minha história com o Dimi
No ano de 2017, lá estava eu no Youtube procurando uma gameplay de The Sims (que é o meu jogo favorito e basicamente o único que eu jogava na época), quando topei com vários vídeos de construção no The Sims 4 que ele tinha gravado. Comecei a assistir um atrás do outro e me apaixonei, então não resisti em me inscrever no canal dele. Ali eu descobri mais vídeos de The Sims e praticamente maratonei o canal dele, e não tinha pouca coisa não, afinal ele criou aquele canal em abril de 2016.

O tempo foi passando. Em 2018 ele começou a falar nos vídeos dele que ele fazia lives todos os dias na Twitch, convidando as pessoas a irem ver. Finalmente um dia a curiosidade me venceu e eu fui atrás pra ver o que afinal era essa tal de “Twitch”.



Foi no dia 23 de agosto de 2018 (ou seja, há exatos 3 anos), que eu vi o Dimi ao vivo pela primeira vez na Twitch. Naquela hora ele não estava jogando nada, só batendo papo com as pessoas no chat. Eu criei uma conta lá e passei a seguir ele. Ele lia o nome de todo mundo que começava a seguir ele, então surtei quando ele leu o meu, haha. Dei uma de “fanzoca” e mandei no chat “Oi Dimi, eu te adoro, assisto todos os seus vídeos, sou sua fã”, hahaha. Ele leu aquilo e ficou feliz, me agradecendo. Nessa hora eu surtei de novo porque ele soube da minha existência (haha, eu estava muito animada), e decidi que passaria a assistir as lives dele sempre.

A partir daí não desgrudei mais da Twitch e das lives do Dimi, estava sempre presente, sempre falando no chat, e com o tempo eu fui não apenas conhecendo melhor o Dimi (e descobrindo que ele não era nenhuma celebridade inacessível, mas sim uma pessoa comum, legal e divertida), mas também fui conhecendo outras pessoas no chat que também frequentavam as lives dele e eram muito legais.



Em junho de 2019, lá estava eu assistindo o Dimi jogar alguma coisa quando fui surpreendida com o meu nome aparecendo na tela como se eu tivesse me inscrito. De início fiquei confusa, tentando entender o que eu tinha feito sem querer, haha. Mas acontece que foi uma das moderadoras que resolveu sortear uma inscrição de presente na live, e EU tinha sido a pessoa sorteada pela Twitch.

Fiquei mega feliz, agradeci demais a moderadora pelo presente e assim pude entrar no Discord que o Dimi tinha criado apenas para os inscritos do canal dele. Descobri ali uma comunidade bem legal, cheia de gente incrível.

O presente de inscrição era válido só para 1 mês, então depois disso eu não era mais inscrita e não fazia mais parte do Discord, mas foi legal ter conhecido. Continuei acompanhando o Dimi nas lives normalmente, sem ser inscrita.



Finalmente veio março de 2020. Minha mãe tinha assinado a Amazon e assim eu ganhei o direito de me inscrever em qualquer canal da Twitch (já está incluso na assinatura), então CLARO que eu me inscrevi no canal do Dimi. Ele ficou bem feliz porque a essa altura ele já me conhecia, eu estava sempre presente nas lives dele. Pude voltar a entrar no Discord do canal. Até aquela moderadora que tinha me presenteado falou que ficou feliz por mim e que sabia que um dia eu voltaria a me inscrever. A partir de então, todos os meses eu renovava a minha inscrição no canal do Dimi na Twitch. Vi ele crescer cada vez mais com o tempo.

Hoje fazem 3 anos que eu segui ele na Twitch pela primeira vez e que acompanho ele quase todos os dias lá de tanto que eu gosto, isso sem falar no canal do Youtube, daí é mais tempo ainda que conheço ele.



Fiz todo esse textão (desculpem, não consegui ser sucinta, haha), pra falar que se você for fã de assistir gameplays em lives e/ou quiser apenas bater papo com uma galera super legal na Internet, eu recomendo demais acompanhar o Dimi na Twitch (lives) e no Youtube (vídeos de gameplays). Eu faço isso desde 2017, já virou parte da minha rotina e é um ótimo jeito de relaxar e descontrair.

Apesar de The Sims ter sido o que me levou a conhecer o Dimi e ser o jogo pelo qual ele é mais conhecido na Internet, ele também joga muitas outras coisas, o que é maravilhoso porque foi através dele que conheci uma porção de jogos novos e legais, e expandi a visão limitada que eu tinha pra jogos. Praticamente todos os jogos que eu recomendo aqui no blog na aba Jogos são depois de assistir o Dimi jogando nas lives, ter curtindo, comprado e jogado eu mesma, e daí sim recomendado aqui.

Então fica a dica e a recomendação:

Dimas Vedovato




Indicações & Inspirações é um quadro daqui do blog onde eu falo um pouco de pessoas que me inspiram e que mexem comigo de alguma maneir...

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Série: The Handmaid’s Tale

16.8.21 Renata Carvalho 4 Comments



Gênero: Distopia, Drama | Duração: 47-60 minutos | Criação: Bruce Miller | Baseado em: The Handmaid’s Tale, de Margaret Atwood | País de Origem: Estados Unidos | Classificação indicativa: 18 anos | Emissora: Hulu | Ano: 2017 – Presente | Temporadas: 4 | Episódios: 46 | Status: Em andamento

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Resumo:


Baseado na obra de Margaret Atwood, a série The Handmaid’s Tale se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado.

Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred (Elisabeth Moss) vive na casa do Comandante Waterford como uma Aia, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado.

Nessa sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred (cujo nome verdadeiro é June Osborne) vive entre comandantes, as suas esposas cruéis e seus servos – no qual qualquer um poderia ser um espião de Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver e encontrar a filha que foi tirada dela.

Resumo por Minha Série

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Resenha:


Eu assisto essa série desde a primeira temporada, quando ela “chegou já chegando” lá em 2017, causando e dando o que falar. Muita gente estava comentando da premissa que é intrigante, do roteiro muito bem escrito, da história que te prende, da fotografia belíssima que parece cinematográfica, e principalmente do quanto essa série é forte e pesada, não sendo indicada para menores de 18 anos.

De fato, não é uma série fácil de assistir, ela incomoda o telespectador de diferentes maneiras, convidando a refletir e debater sobre os temas abordados, principalmente sobre o retrocesso nos direitos femininos, conquistados ao longo da história de toda a humanidade.

Na história da série, as mulheres voltaram a ser meros objetos dos homens, completamente subjugadas pela sociedade. O que pode acontecer quando tempos desesperados levam a medidas desesperadas, somado ao poder nas mãos de pessoas ambiciosas. O resultado é uma ditadura que passa por cima dos direitos humanos.




Isso é uma coisa que nos faz lembrar de onde nós mulheres viemos, o nosso passado, e para onde jamais poderemos aceitar voltar. Foram muitos séculos de uma intensa escalada até a mulher ocupar a posição que tem hoje na sociedade, de igualdade com o homem e com seus próprios direitos, e que jamais podemos aceitar menos do que isso.

Essa é uma série que deveria ser assistida por todos, ainda mais porque não se trata tanto assim de uma ficção. Um exemplo contemporâneo, na nossa realidade, é o Afeganistão, que nos anos 40 as mulheres tinham liberdade para estudar, usar roupas comuns, mas que hoje vivem numa espécie de Gilead, tão submissas e amordaçadas quanto as Aias.




Gênero: Distopia, Drama | Duração: 47-60 minutos | Criação: Bruce Miller | Baseado em: The Handmaid’s Tale , de Margaret Atwood | País d...

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Internet: Orkut, Flickr e We Heart It

9.8.21 Renata Carvalho 2 Comments

Internet é um quadro daqui do blog onde eu falo das redes sociais que mais estou usando no momento. Essa é uma forma de documentar aqui no blog esses sites que estão super em alta hoje em dia e ver como estarão no futuro, se terão se reinventado ou se serão esquecidos.

• A ideia desse quadro veio depois de eu revisitar meu post [Meme] Internet Old School, no qual eu falo de tudo o que vivi na Internet por boa parte dos anos 90 e todos os anos 2000, e notar como hoje tudo isso virou lembranças e nostalgia.

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ORKUT
Pela primeira vez nesse quadro, vamos agora falar de sites que já fazem parte do passado e ninguém (ou quase ninguém) usa mais. Começando pelo saudoso Orkut, que surgiu em 2004, mas teve o seu fim em 2014. Tratava-se de uma rede social no qual o usuário podia criar seu perfil e adicionar seus amigos para conversar livremente com eles. Também era possível criar e fazer parte de comunidades sobre os mais diversos assuntos e debater sobre eles com outras pessoas.

Ele foi revolucionário quando surgiu, uma nova forma de se comunicar com os amigos pela Internet, já que antes só existia por e-mail. Forma essa que mais tarde foi copiado e aperfeiçoado por outras redes sociais que surgiram nos anos seguintes. No Orkut agora era possível mandar e receber mensagens (scraps), postar fotos e receber comentários das pessoas nelas, trocar depoimentos, adicionar jogos ao seu perfil por meio de aplicativos (os mais famosos da época eram o BuddyPoke e a Colheita Feliz.

Eu era viciada no Orkut, assim como muita gente na época. Mas eu me lembro até hoje com clareza que a partir de agosto de 2011, todo mundo que eu conhecia começou a migrar do Orkut para o Facebook, e em novembro do mesmo ano, o Orkut já era considerando “abandonado” e “morto”. Realmente chegou um momento que o Orkut já não supria mais as necessidades das pessoas, por isso mudaram de rede social, mas ainda assim são válidas todas as lembranças e bons momentos que vivemos ali.

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FLICKR
O Flickr surgiu em 2004. Continua no ar até hoje, apesar de atualmente pouca gente usar. É um site para hospedagem de fotos, desenhos e ilustrações. Era utilizado principalmente por fotógrafos que queriam expor o seu trabalho, tipo um portfólio. Mas claro que muita gente usou ele para postar qualquer foto do dia-a-dia, sem nenhum tema específico.

Eu criei minha segunda conta lá em 2011 com o objetivo de apenas postar fotos aleatórias que eu tirava ou que tiravam de mim, em algumas fases da minha vida (rehcarv).

Mas o meu desejo de verdade sempre foi adquirir uma câmera fotográfica profissional e aprender de verdade a tirar fotos como os profissionais e postar no Flickr, encontrar a minha própria assinatura nas fotografias, mas apenas como um hobby. Espero um dia realizar esse sonho. Para isso, recentemente resgatei uma conta no Flickr ainda mais antiga que eu tinha, a primeira que criei que foi em 2007, e acabei abandonando depois de um tempo, mas espero postar ali fotos realmente boas um dia (renatacarv).

Minhas contas no Flickr: rehcarvrenatacarv

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WE HEART IT
O We Heart It surgiu em 2007, mas eu só fui criar uma conta em 2012. Eu costumo dizer que é o predecessor do Pinterest, pois também é uma rede social para compartilhamento de imagens e gifs fofos, engraçados, inspiradores, enfim, de coisas que cada um gosta.

Eu usava principalmente para ver “bonitezas”, ou seja, looks e penteados bonitos, animais fofos tipo gatinhos, meus cantores favoritos com algum trecho de alguma canção dele como legenda, cenas dos meus filmes favoritos, minhas comidas favoritas (principalmente chocolate, haha), paisagens, ilustrações que chamavam minha atenção, enfim, um pouco de tudo.

Também continua no ar até hoje, apesar de atualmente não ser tão utilizado assim. Meio que acabou sendo “trocado” pelo Pinterest mais tarde pelas pessoas, mas continua sendo ótimo.

We Heart It: renatacarv

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Confira também os posts anteriores:



• Internet é um quadro daqui do blog onde eu falo das redes sociais que mais estou usando no momento. Essa é uma forma de documentar aqui n...

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The Sims 3 - Personalização total do jogo ao seu alcance

2.8.21 Renata Carvalho 6 Comments



Gênero: Casual, Simulação | Desenvolvedor: Maxis | Distribuidor: Eletronic Arts | Lançamento: 2009 | Jogadores: 1 | Disponível em português: Sim | Classificação indicativa: 16 anos | Onde encontrar: Origin, Steam

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De todos os jogos dessa série, o The Sims 3 foi o que eu menos joguei, e consequentemente é o que eu menos conheço. Na época do seu lançamento em 2009, o jogo era muito caro pra mim, não tinha como eu comprar, então apesar de muitas vezes eu passar vontade vendo ele a venda nas lojas, eu tive que desencanar e deixar pra lá.

Passaram-se muitos anos. Em 2014 eu finalmente consegui jogar o The Sims 2 porque ele ficou de graça por tempo limitado na Origin como falei nesse post AQUI. Em 2015 eu consegui comprar o The Sims 4 numa promoção na Origin e também joguei muito ele. E finalmente, foi só em 2019 que eu vi o The Sims 3 numa promoção boa na Steam e comprei (ou seja, 10 anos depois do seu lançamento).



Infelizmente eu fui jogar o The Sims 3 DEPOIS de ter jogado o The Sims 4, só depois de ter conhecido coisa melhor, com gráficos melhores, e isso fez toda a diferença, foi impossível não comparar os dois jogos. O The Sims 3 me parecia ultrapassado, gráficos antigo, com pouca coisa pra fazer e explorar no mundo (eu só tinha o jogo base, ao contrário do The Sims 2 que peguei a coleção completa, com tudo incluso, e isso TAMBÉM fez diferença na experiência de jogar).

Enfim, o resultado é que eu não gostei tanto do The Sims 3, joguei pouco apenas para conhecer de modo geral, mas logo larguei. Mas a culpa não é do jogo em si, mas sim da situação toda que levou a isso: O fato de eu não ter conseguido jogar na época que ele estava em alta porque não era acessível, consequentemente dele não ter feito parte da minha vida para que eu adquirisse um carinho especial como aconteceu com os outros, e de eu depois ter conhecido coisa melhor e ele ter ficado ultrapassado pra mim.



O The Sims 3 possui 11 Pacotes de Expansão, lançados entre 2009 e 2013, sendo eles:

• Volta ao Mundo
• Ambições
• Caindo na Noite
• Gerações
• Pets
• Showtime
• Sobrenatural
• Estações
• Vida Universitária
• Ilha Paradisíaca
• No Futuro

Também possui 9 Coleções de Objetos, lançados entre 2010 e 2013, sendo eles:

• Vida em Alto Estilo
• Acelerando
• Vida ao Ar Livre
• Vida Urbana
• Suíte de Luxo
• Mundo Doce
• Diesel
• Anos 70, 80 e 90
• Cinema



O The Sims 3 inova ao trazer um mundo aberto por onde os Sims podem se movimentar entre os bairros sem nenhuma tela de carregamento. Também há uma nova ferramenta de design onde cada objeto pode ser customizado com qualquer cor, material ou padrão no Modo de Construção. Já no Criar um Sim, agora é possível criar uma personalidade única para o Sim.

Junto com o jogo, foi lançado a The Sims 3 Store, que é uma loja online onde os jogadores podem comprar e baixar conteúdo adicionais para o seu jogo. Ela oferece coisas exclusivas como roupas, objetos, locais, mundos, dentre outros.

Agora os mapas do jogo deixam para trás o conceito de Vizinhanças e passam a adotar o termo Mundos, que corresponde ao conjunto de lotes e famílias dentro do jogo, e que também podem ser personalizados com a escolha do terreno, estradas, vegetação, lotes, etc.

As histórias do The Sims 3 se passam 25 anos ANTES do The Sims 1, e 50 anos ANTES do The Sims 2. Sendo assim, a cronologia correta dos personagens é: The Sims 3 > The Sims 1 > The Sims 2.



Sunset Valley é o principal mundo que veio no jogo base do The Sims 3. Nele, você encontra tanto famílias novas e com histórias novas para jogar, quanto algumas das famílias mais marcantes e memoráveis da série que já apareceram antes:

• A Família Caixão é formada por Gusmão, sua esposa Cornélia e seu filho criança Vladmir. Eles representam o “dinheiro velho” por terem herdado sua fortuna de gerações anteriores. São góticos e sombrios. Fica a dúvida no jogo se o ar melancólico que os rodeia vai afetar Vladmir quando crescer.

• A Família Quero-Tudo-Que-É-Seu é formada por Nanci, seu marido Godofredo e seu filho criança Malcolm. Nanci é uma empresária influente e esnobe. Godofredo é um médico modesto. Malcolm só quer ser um garoto normal, mas sua mãe insiste em prepara-lo para assumir toda a responsabilidade da herança da família.

• A Família Rugabaixa é formada apenas por Agnes que é uma jovem adulta. Ela é irmã de Cornélia Caixão e tia de Vladmir Caixão. Ela está de luto pela morte de seu marido Erik Darling, que morreu de afogamento na lua-de-mel (um trauma que possivelmente levou ela a ter desgosto por romances e se tornar uma idosa rabugenta que age com violência ao presenciar interações românticas no The Sims 1).

• A Família Solteirus é formada por Simis, sua esposa Jocasta, seu filho adolescente Miguel, e sua filha criança Laura. São uma família bem forte e unida, e os filhos são sociáveis e comportados.

• A Família Langerak é formada pela filha criança Catarina, sua mãe Iliana que trabalha fora o dia inteiro, seu pai Dustin e seu irmão adolescente Parker (cuja bagunça de ambos Catarina é obrigada a limpar, o que sugere sua futura profissão em The Sims 2 como empregada doméstica), e pela sua tia Zelda Mae (que possui uma grande amizade com o cunhado Dustin, o que sugere que eles possam vir a ter um romance escondido, imitado por Catarina quando adulta no The Sims 2 ao se envolver num triângulo amoroso).



Com os Pacotes de Expansão, mais mundos podem ser incluídos no jogo, como Twinbrook (Ambições), Bridgeport (Caindo na Noite), Appaloosa Plains (Pets), Starlight Shores (Showtime), Moonlight Falls (Sobrenatural), e Isla Paradiso (Ilha Paradisíaca).

Há também algumas sub-vizinhanças como Al Simhara, Champs Les Sims, e Shang Simla (Volta ao Mundo), Universidade Sims (Vida Universitária), e Oasis Landing (No Futuro).



E por fim, há também muitos outros mundos que estão disponíveis para download no The Sims 3 Store. Vários deles resgatam personagem que já apareceram na série antes, como:

Riverview: Don Lotário, Durango Malpaga (ainda criança que mora com os pais), João Novato (adolescente, futuro marido de Bete e futuro sogro de Durango), e Bete Simovitch (adolescente, futura esposa de João e futura sogra de Durango).

Barnacle Bay: Dina e Nina Caliente.

Hidden Springs

Lagos Lunares

Lucky Palms: Dario nas Nuvens (jovem adulto, futuro marido de Darlene), Darlene Coelho (jovem adulta, futura esposa de Dario).

Maré Radiante: Daniel e Maria José dos Encantos (recém-casados e estão em lua-de-mel).

Monte Vista

Aurora Skies: Loki Bicudo (criança, mora com os pais e a irmã aqui antes de se mudaram pra Estranhópolis no The Sims 2).

Vale do Dragão: João Subúrbio e Jennifer dos Encantos (estão noivos e viajando antes de se casarem).

Midnight Hollow: Olívia Espectro e seu filho bebê Nervoso Cobaia.

Roaring Heights



O jogo inteiro é muito incrível e gigantesco. O mundo aberto é um diferencial, a possibilidade de ter carros e eles serem úteis no jogo, o fato do jogo ser bem interativo e dinâmico com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo (casa pegar fogo, alguém te assaltar, bebê chorando, cachorro sumir, haha), inúmeras possibilidades de modificação, grande conteúdo desde o jogo base faz com que a gente tenha muito o que explorar.

É por isso que um dia eu ainda quero (e vou) dar mais uma chance para o The Sims 3. Sinto que ainda tem muita coisa pra descobrir e que vou curtir cada segundo dele. E eu, como grande fã da série The Sims desde o lançamento do primeiro jogo, devo isso a ele, ele merece.

♦ Me adicione na Steam


Gênero: Casual, Simulação | Desenvolvedor: Maxis | Distribuidor: Eletronic Arts | Lançamento: 2009 | Jogadores: 1 | Disponível em portu...

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Se inspire no minimalismo para a decoração

22.7.21 Renata Carvalho 2 Comments


O minimalismo está super em alta hoje em dia, com um design simplista e de cores neutras – ou as vezes até sem cor nenhuma, – ele deixa o ambiente muito mais leve, simples e clean, ideal para se manter ainda mais relaxado no conforto do lar, após um dia intenso e corrido no trabalho ou estudos. Reduzir excessos e viver apenas com o que for essencial faz parte do movimento minimalista, que visa maior qualidade de vida.

Eu própria sou uma grande fã do minimalismo e tento incorporar na minha vida o máximo que eu puder. Mostrei no post Room Tour 2020 toda a decoração do meu quarto, no qual predominam as cores branco e cinza.

Se minimalismo é o que você procura para a sua casa, além de beleza, conforto e praticidade, vale muito a pena conhecer a Atelier Clássico onde você encontra uma bela mistura do antigo e moderno, mas sem deixar de ser clean. Vou mostrar alguns exemplos e inspirações:

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1. O ambiente todo branco e bem iluminado dá uma sensação de amplitude, nada apertado e desconfortável. Poucos elementos e só aqueles realmente necessários para o dia-a-dia. Desse jeito é muito mais fácil achar aquilo que precisa, sem perder tempo procurando.




2. Sou apaixonada por diversos tons de cinza não apenas na decoração, mas também na hora de montar um look. Ele combina muito bem com o branco e o preto e também traz a sensação de calmaria e sossego, perfeito para relaxar.




3. O design minimalista dessa poltrona é de encher os olhos de tão delicada. O tom de rosa pastel é perfeito para quem quer uma decoração mais romântica e meiga. Super discreta e sem ocupar muito espaço, mas essencial no ambiente.




4. Esse espelho também está bem em alta por seu estilo simples, porém belo. Combina com absolutamente qualquer ambiente (banheiro, sala, quarto...) e super prático, além de fácil instalação na parede.



5. Mais um exemplo de ambiente minimalista – com um toque industrial para quem curte – que é de agradar aos olhos. Sem nenhum elemento se destacando e chamando a atenção mais do que os outros, todos combinam entre si e trazem igualmente o propósito de praticidade e beleza para a sua casa.




6. Uma mesa de centro é peça coringa na sala de estar não apenas por agregar na decoração e deixar o ambiente ainda mais bonito e aconchegante, mas também por sua praticidade quando for necessário apoiar algo. Essa em particular é clean e combina com qualquer ambiente. Veja mais exemplos aqui: Mesas de centro.



7. Mesas de apoio também são essenciais tanto ao lado da cama para ser usada como mesa de cabeceira, como também em algum canto da sala de estar que esteja vazio, a fim de trazer requinte e charme para o ambiente. Um detalhe que faz toda a diferença na hora de decorar.




8. Banquetas são indispensáveis para quem tem uma bancada na cozinha, então o ideal é buscar uma que seja funcional como essa que é giratória, além de minimalista e moderna que se adequa a qualquer tipo de ambiente. Aqui você confere mais exemplos: Banquetas modernas.



9. Se peças clássicas é o que você procura, saiba que também é possível escolhe-las e continuar com seu ambiente minimalista. Esse sofá possui curvas e detalhes cheios de elegância e requinte, mas por ser branco, continua sendo clean.



10. E para fazer conjunto com o sofá, essa poltrona luxuosa e elegante que chama a atenção por si só apenas com sua beleza e sofisticação, e não com cores chamativas e gritantes, o que faz dela um ótimo item para um ambiente clean e minimalista, mas ao mesmo tempo clássico e cheio de requinte.




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É impossível não se apaixonar pelos móveis da Atelier Clássico, as ideias para transformar algum ambiente da nossa casa já começam a fervilhar só de passear pelo catálogo, não importa qual estilo você busca. Lá tem várias opções não apenas minimalista ou clássica, mas também anos 60, artesanais, industrial, rústico, vitorianos, dentre vários outros. Fica a indicação!






* Publicidade | * Fotos do Instagram da Atelier Clássico

O minimalismo está super em alta hoje em dia, com um design simplista e de cores neutras – ou as vezes até sem cor nenhuma, – ele deixa o a...

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