Little Misfortune - O que tem de fofo, tem de bizarro

22.2.21 Renata Carvalho 0 Comments



Gênero: Aventura, Casual, Indie | Desenvolvedor: Killmonday Games | Distribuidor: Killmonday Games | Lançamento: 2019 | Jogadores: 1 | Disponível em português: Sim | Classificação indicativa: 14 anos | Onde encontrar: Steam, Origin, PlayStation, Xbox

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Descobri esse jogo assistindo uma gameplay na twitch do Dimas como sempre (aliás super recomendo esse streamer) e amei demais, então fiz questão de comprar o jogo e jogar duas vezes seguidas só para conseguir todas as conquistas Steam, haha, o que levou apenas 9 horas (mas dá tranquilamente pra zerar em menos tempo).

Somos situados na cidade fictícia de Openfields, na Suécia, em 1993. O jogo gira em torno de Misfortune, uma menina de 8 anos cheia de imaginação que é guiada por uma voz em sua cabeça, o Sr. Voz, que propõe a ela um jogo, cujo prêmio no final é a Felicidade Eterna, no qual ela resolve dar para sua mãe que precisa mais do que ela.



Little Misfortune é um jogo interativo, focado na exploração e na interação com vários personagens que aparecem ao longo da história (bons e ruins), onde não há escolhas certas ou erradas, mas apenas diferentes consequências, e cada uma delas levando a um desfecho diferente da história.

A personagem é extremamente fofa, cheia de carisma e inocente, tão inocente que não vê maldade em cenas pesadas que ela encontra em seu caminho como drogas, prostituição, crime, suicídio etc. E isso inclui o relacionamento dos próprios pais dela, no qual vamos entendendo o que realmente se passa entre eles. Com relação a todas essas coisas, Misfortune acredita que pode resolver com seu “glitter mágico”, numa tentativa de transformar a dor em amor.



É um tipo de jogo muito reflexivo. Uma questão que vale a pena citar como exemplo é o fato de todas as pessoas na história usarem máscaras sorridentes, que é uma forma de mostrar o quanto as pessoas tentam esconder seus reais sentimentos. Sorriem enquanto seus corações sangram.

Joguei duas vezes, a primeira fazendo todas as escolhas que eu realmente faria, e a segunda vez sempre escolhendo a outra opção que normalmente não seria a minha escolha, apenas porque eu queria muito ver quais seriam todas as consequências e também todos os finais possíveis do jogo. Valeu muito a pena, apesar de ser obrigada a passar por algumas situações mais tristes do que outras.



Enfim, é um jogo curto e sem tantos desafios assim, porém memorável, incrível e inteligente, do tipo que te convida a refletir sobre tudo o que ele aborda. Já se tornou um dos melhores jogos que joguei na vida!

♦ Me adicione na Steam


Gênero: Aventura, Casual, Indie | Desenvolvedor: Killmonday Games | Distribuidor: Killmonday Games | Lançamento: 2019 | Jogadores: 1 | ...

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Os pets que já tive na vida

15.2.21 Renata Carvalho 8 Comments


Eu e minha família sempre fomos apaixonados por bichinhos de estimação, sempre fizeram parte da nossa vida e sempre nos fizeram extremamente felizes, então claro que nunca passamos nenhum período da vida (desde antes de eu me entender por gente) sem ter pelo menos algum na nossa casa.

Sendo assim, resolvi fazer um post falando sobre todos os que já tivemos a partir do momento em que eu nasci (em 1990) até hoje. Vai ser um post super nostálgico porque cada um deles me marcou bastante e que quero me lembrar para sempre.

Ah, e só pra não ficar repetitivo no post: TODOS os nossos pets foram adotados (nunca comprados) e foram castrados quando filhotes.

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PIG
Eu nasci em setembro de 1990, e a Pig era uma cadela super fofa que nasceu em janeiro de 1991 e que meus pais resolveram adotar, então eu era apenas 4 meses mais velha do que ela e nós crescemos juntas. Minha mãe deu esse nome a ela por causa da Miss Piggy, que era uma personagem do programa dos Muppets e que ela adorava, achava super engraçada.

Pensa numa cadela super comportada, obediente, não dava um pingo de trabalho. A Pig gostava de todos nós da família, até mesmo das minhas duas irmãs que nasceram 5 e 10 anos depois dela, porém ela não ia muito com a cara de quem fosse de fora. Ficava uns cinco minutos latindo sempre que chegava visita em casa até se cansar e sossegar, haha. Mas era com a minha mãe que a Pig se derretia inteira, e ganhar carinho dela era o auge, chegava a fazer xixi de tanta felicidade, hahaha.

Ela era do tipo que vinha receber a gente na porta sempre que voltávamos pra casa depois de sair, com latidos de felicidade como se fizesse anos que não nos via, era muito fofa. E ela conviveu com a Linda que adotamos mais tarde.

Ela viveu 12 anos, de 1991 até 2003. Infelizmente ela morreu em decorrência de um tumor que ela desenvolveu na velhice (eu tinha 12 anos quando aconteceu), e foi muito triste perde-la porque foi nosso primeiro pet, eu passei minha infância inteira com ela, crescemos juntas. Ela foi amada por nós a vida inteira dela e continua sendo até hoje.

Pig
(1991 – 2003)






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LINDA
Houve uma época em que começaram a aparecer vários ratos em casa que estavam roendo todas as embalagens de comida e todos os fios, chegaram a acabar com os fios do fogão. A Pig tentava pegar quando via algum, mas não era a “especialidade” dela, haha.

Por fim meus pais decidiram que iriam adotar um gato e, sabendo disso, meu tio ofereceu uma gata filhote que ele encontrou abandonada perto de um rio na mesma época. E sério, foi só a Linda colocar a primeira pata pra dentro de casa que na mesma hora todos os ratos fizeram as malas e foram embora, haha, e nunca mais vimos nenhum. Resolveu a situação super bem!

Foi a nossa primeira gata e também não tinha como ser diferente: nos apaixonamos na mesma hora. Quero dizer, meu pai foi resistente no início, nunca conviveu com gatos na vida antes disso e tinha aquela ideia preconceituosa de que gato é traiçoeiro e interesseiro, e só aceitou a Linda porque não tinha escolha por causa dos ratos. Claro que não demorou nada e ele também mudou de ideia completamente, se encantou e se apaixonou pela Linda e passou a amar os gatos também.

Na época eu era criança e não tinha muita criatividade pra nomes, haha, então dei o nome de Linda porque ela realmente era muito linda, olhos azuis, toda peluda e num tom creme/pérola, maravilhosa.

Não foi preciso passar por nenhuma adaptação entre a Pig e a Linda. Elas não eram melhores amigas, mas também não se odiavam, conviviam super bem uma com a outra. Linda também era um amor de gata, super comportada. Acho que não tivemos uma dupla de bichinhos que nos deu menos trabalho na vida do que essas duas (ao contrário dos próximos, haha). Linda quase nunca miava, a gente brincava que era porque ela não sabia miar porque só convivia com a Pig que latia (e talvez fosse isso mesmo!).

Uns anos mais tarde a gente reparou que a Linda começou a desenvolver cegueira porque ela batia bastante de frente com a parede e com os objetos no caminho, muito embora tentava se orientar pelo olfato no ambiente da casa que ela já conhecia. Ficou muito perdida e precisava bastante da nossa ajuda pra chegar por exemplo à caixa de areia e à caminha dela.

Ela viveu 9 anos, de 1997 até 2006. Um dia nós viajamos e ela ficou sendo cuidada por um primo meu que um dia se esqueceu de abrir a porta e colocar ela pra dentro de casa, e assim ela se perdeu. Ficamos arrasados quando voltamos pra casa, na época morávamos em uma casa que ficava num terreno grande que pertencia ao meu avô, e meu pai procurou por muito tempo em toda parte, mas infelizmente nunca achou ela. Eu tinha 16 anos.

Linda
(1997 – 2006)

Salen e Linda

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SALEN
Depois que a Pig morreu em 2003, nós resolvemos adotar outro gato para fazer companhia para a Linda pra ela não ficar sozinha na época, então adotamos o Salen de uma amiga da minha mãe cuja gata dela tinha dado cria. Ele era um gato todo preto, coisa mais linda e perfeita, e o primeiro macho que tivemos. E minha “criatividade” não tinha limites, resolvi dar pra ele o nome mais manjado de todos pra um gato preto: Salen, por causa do programa da Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira, que tinha um gato preto chamado Salen, hahaha.

Eu me lembro pouco dele porque infelizmente ele viveu pouco com a gente, apenas 4 anos, de 2003 até 2007, porque ele não costumava ficar quieto em casa, gostava bastante de andar por todo o terreno em que morávamos, subia em árvores, se escondia no mato e infelizmente começou a comer comida do lixo na rua (e nós não víamos isso).

Só fomos descobrir que o fígado dele já estava comprometido quando já era tarde demais e ele acabou falecendo. Eu tinha 17 anos na época. Foi a primeira vez que tivemos um gato “rebelde”, que gostava de sair de casa e explorar o terreno, porque a Linda não era assim. E foi assim que a gente aprendeu na época da importância de manter os bichinhos dentro de casa e só deixá-los sair acompanhados por um de nós pelo próprio bem deles.

O Salen chegou a conhecer a Lylú por pouco tempo, ela era uma filhote cheia de energia que queria brincar, mas ele já era mais velho e não dava tanta bola assim pra ela, haha.

Salen
(2003 – 2007)

Lylú brincando com o Salen

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LYLÚ
Eu já fiz um post aqui no blog completo e detalhado contando toda a vida da Lylú, você confere aqui: Lylú, para sempre no meu coração. Então agora só vou resumir.

A Lylú nasceu em 2007. Um tio meu tinha uma gata que tinha dado cria, e um dos filhotes era a Lylú, então resolvemos adotar para ela fazer companhia para o Salen que estava sozinho desde que a Linda morreu no ano anterior, em 2006. Infelizmente não chegaram a conviver por muito tempo, só alguns meses, já que ele também morreu em 2007.

Lylú também era danada quando mais jovem, gostava de aprontar, brincar, miar. Também corria solta pelo terreno e subia em árvores, mas sempre na frente de casa e sendo supervisionada por um de nós.

Dois anos depois nós nos mudamos para o apartamento atual que fica dentro de um condomínio fechado, e claro que mandamos colocar tela em todas as janelas para levar a gata e ela ficar segura. E a partir daí ela passou a levar uma vida sedentária, já que não tinha mais um terreno pra correr, então ficava a maior parte do tempo dormindo na caminha dela. Mas claro que ela sempre teve um pico ou outro de energia e queria brincar, o problema é que ela gostava de brincar de arranhar e morder, então sempre ficamos com os braços arranhados, hahaha. E ela também amava levar tapas leves no bumbum, como falei no post, haha.

Ela viveu 13 anos, de 2007 até 2020, até que começou a ficar cada vez mais doente por causa de uma série de fatores por conta da idade mesmo, até que não resistiu e faleceu. Eu já tinha 30 anos.

Lylú
(2007 – 2020)

Lylú e Garu

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GARU
A vida toda nós sempre gostamos de ter uma dupla de gatos em casa, um macho e uma fêmea, para que eles fizessem companhia um para o outro e brincassem juntos, nunca pra procriar, claro. Então em 2009, quando nos mudamos para o apartamento, resolvemos adotar um gato para fazer companhia para a Lylú que estava sozinha, então chegou o Garu.

O nome dele veio do desenho da Pucca, que era apaixonada por um ninja chamado Garu, e nós achávamos o desenho muito fofo, então o nome ficou quando o gato chegou. E ele veio de uma vizinha dos pais do marido da minha prima (eu sei, ficou confuso, haha) que ouviu falar que nós queríamos um gato macho e laranja e a gata dela tinha dado cria.

Até hoje Garu continua vivo e bem com a gente e é o nosso xodó, super carinhoso e fofo, ama estar sempre na companhia de alguém e detesta ficar sozinho, chega a ser bem grudento, haha.

Como foi criado apenas no apartamento e nunca saiu daqui pelo próprio bem dele, o apartamento é tudo o que ele conhece na vida e tem medo de qualquer coisa que envolve sair daqui, por isso que o máximo que ele sai é no corredor em frente ao apartamento, nunca pula no muro ou desce as escadas, então dá pra ficar totalmente despreocupado que ele não vai fugir. Já até aconteceu de a porta fechar sem querer com o vento e ele ficar sozinho do lado de fora, e não é que ele ficou miando pedindo pra entrar? É muito bonzinho e tranquilo.

Mas claro, ele também tem os picos de energia dele pra aprontar, sai correndo pelo apartamento de tal forma que era engraçado ver os olhos arregalados da Lylú tentando acompanhar pra onde ele ia, isso quando ele não pulava por cima dela, HAHAHAHA.

Garu é tão grudento e ciumento com nós da família que eu me pergunto como ele reagiria se nós resolvêssemos adotar um novo gato pra fazer companhia pra ele e também porque sempre gostamos de ter dois gatos, mas tudo a seu tempo, não é algo urgente pra se pensar agora.

Garu
(2009 – presente)

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E esses foram todos os 5 pets que nós tivemos na vida até hoje: um cachorro e quatro gatos.

A partir dos anos 2000 a rotina da nossa família mudou: novos trabalhos, novas escolas (eu mesma passei para a adolescência, minha irmã caçula nasceu...) e a vida ficou um pouquinho mais corrida.

Nós notamos que era muito mais fácil ter gatos (que eram um pouco mais independentes) do que cachorros (que necessitavam de passeios diários e espaço para correr), POR ISSO que só tivemos um cachorro, a Pig (durante os anos 90), e o resto foi tudo gato (a partir dos anos 2000).

Mas morremos de amores por todos os animais de forma igual! Nossos pets sempre foram motivo de vários momentos felizes aqui em casa, várias risadas, muito divertimento e principalmente muito amor, tanto da nossa parte quanto da parte deles. Por isso que recomendo fortemente: adotem!

(Claro, apenas se tiverem condições de criar e sabendo que é um compromisso sério pelos próximos 15 anos, em média.)

Eu e minha família sempre fomos apaixonados por bichinhos de estimação, sempre fizeram parte da nossa vida e sempre nos fizeram extremamente...

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Série: Outlander

8.2.21 Renata Carvalho 0 Comments



Gênero: Aventura, Drama, Fantasia, Romance | Duração: 50-90 minutos | Criação: Ronald D. Moore | Baseado em: Outlander, de Diana Gabaldon | País de Origem: Estados Unidos, Reino Unido | Emissora: Starz | Ano: 2014-presente | Temporadas: 5 | Episódios: 67 | Status: Em andamento

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Resumo:


Baseada na série literária Outlander da autora Diana Gabaldon, a série narra a vida de Claire Randall, uma enfermeira de combate na Segunda Guerra Mundial que acaba por viajar no tempo para o ano de 1743, na Escócia, e imediatamente é inserida num mundo desconhecido de aventuras que a fazem temer pela própria vida.

A personagem, casada no século XX, é obrigada a trocar alianças com Jamie Fraser, um jovem e romântico guerreiro escocês, e fica dividida entre os dois homens diferentes das duas vidas irreconciliáveis.

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Resenha:


Um dia vi uma lista de recomendações de séries históricas e, apaixonada por romances de época que sou, de cara Outlander chamou a minha atenção. Tinha romance, viagem no tempo, batalhas épicas e parecia ser perfeita pra mim, daí não perdi tempo e comecei a assistir.

Percebi logo de cara que não se tratava de um romance fofo e leve, mas sim algo mais aprofundado e intenso, com uma história extremamente rica, é preciso ter estômago e estar preparado para cenas fortes e pesadas.

A série surpreende mostrando já na primeira temporada um alto nível de violência e sofrimento, estupros e tortura física e psicológica, com cenas que ao mesmo tempo que são difíceis de ver os personagens passando, também nos faz ficar tensos imaginando como é que eles vão sair daquela situação. Particularmente amo esse tipo de série que me deixa de boca aberta e desesperada pelo próximo episódio para saber o que vai acontecer.

Na série, Claire está dividida entre seu marido Frank (que sempre foi muito bom pra ela e ficou no século XX) e Jamie (um belo escocês que é tudo pra ela e por quem se descobre perdidamente apaixonada), e é esse dilema que vai deixar Claire tão confusa. A série também aborda o papel da mulher na sociedade daquela época, no qual Claire não abaixa a cabeça e exige ser dona de si e de suas próprias escolhas, principalmente quando exerce a sua profissão para curar os feridos, atitude esta que vai conquistar tanto a admiração de uns, quanto a inimizade de outros.

Nós acompanhamos muitas décadas na vida de Claire e muitas coisas acontecem, alguns personagens se vão e outros novos surgem, além de mudanças de cenário e até de países, mas o casal protagonista permanecesse o mesmo, com sua química explosiva e extremamente apaixonante, não tem como não suspirar, hahaha.

Ah, e acredite, eu recomendei essa série para toda a minha família: pais, madrasta, irmãs, cunhados, todos eles assistiram e amaram tanto quanto eu! Depois de Game of Thrones (com suas cenas de sexo e também violência), nada mais surpreende eles, haha. Eles também são viciados em séries e em histórias impactantes como é o caso de Outlander.




Gênero: Aventura, Drama, Fantasia, Romance | Duração: 50-90 minutos | Criação: Ronald D. Moore | Baseado em: Outlander , de Diana Gabald...

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Tour por dentro do meu guarda-roupa

1.2.21 Renata Carvalho 2 Comments


No ano passado eu fiz um post aqui no blog fazendo um tour pelo meu quarto mostrando ele pronto e do jeito que eu sempre quis, o post você confere aqui: Room Tour 2020. Nesse mesmo post eu mostrava meu guarda-roupa apenas por fora e dizia que posso fazer um novo post aqui no blog mostrando ele por dentro, então aqui estou!

O apartamento que eu moro com minha mãe é bem pequeno, então não sobra muito espaço para ter armários, então a gente é obrigado a ter apenas o essencial de roupas, pelo menos assim faz com que a gente use tudo o que tem e não fique nada parado ocupando espaço, hahaha. Mas não vou mentir e dizer que não seria ótimo ter mais espaço, hehe.

Os apartamentos do condomínio que eu moro já foram projetados para ter esse buraco debaixo da janela para que os moradores fizessem armários sob medida. Quando me mudei para cá em 2009, o armário do antigo morador já estava aqui pronto, então por dentro ele é original, essa madeira escura. Em 2012 nós trocamos apenas as portas e todas as gavetas, colocamos esse tom creme e puxadores novos.

Porém agora estamos querendo refazer todos os armários de todos os quartos da casa. Eu queria que ele fosse todo branco, por dentro e por fora, e ficasse mais clean. Acho que atualmente ele é muito escuro por dentro com esse tom da madeira. Eu também queria mudar um pouco do layout dele por dentro e também colocar portas de correr que ocupam menos espaço do que essas portas normais.

Tudo isso já estou idealizando e desenhando para mostrar ao marceneiro exatamente como eu quero que fique, porém por enquanto não tem planos de fazer isso tudo tão cedo, infelizmente. Há outras prioridades mais urgentes na casa. Ainda assim eu queria fazer esse tour pelo meu guarda-roupa como um post de “Antes”, e quem sabe futuramente (vai saber quando) voltar aqui e mostrar o “Depois”, quando tudo estiver feito e pronto.

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Meu armário tem quatro portas (duas de cada lado) e cinco gavetas no meio.

Vou começar mostrando a parte da direita porque é a que tenho mais fácil acesso no meu dia-a-dia (porque não tem nada na frente dele). Ele é composto por três nichos e neles guardo basicamente minhas coisas que uso com mais frequência no meu dia-a-dia.



O primeiro nicho é onde guardo meus cobertores e travesseiro durante o dia, quando não estou usando. Também guardo aí no canto a minha toalha quando está seca até a hora que vou tomar banho. O cobertor de baixo eu nunca mais usei, então pretendo tirar daí, lavar e doar, e assim liberar mais espaço.



O segundo nicho eu guardo uns livros (que preciso separar os que quero pra colocar na minha estante e doar o resto), alguns cadernos de anotações, caixinhas onde coloco óculos de sol, umas bugigangas que nem sei por que estou guardando, haha, uns cremes e perfumes de “estoque” porque os que estão abertos e em uso ficam na minha prateleira (mostrei no tour do quarto), e uma caixinha onde coloco minhas maquiagens (tem pouca coisa porque não sei fazer maquiagem direito, haha, então tenho só o básico que é o que sei fazer).




O terceiro nicho tem mais coisas de “documentos”, tipo pasta com folhas sulfite para a impressora, sacos plásticos com provas anteriores que fiz, dentro da caixa maior tem as caixinhas do meu celular e kindle que guardo, além de cabos, etc. Coisas que estou planejando arquivar porque não tem tanta necessidade assim de ficar de fácil acesso porque nem uso tanto assim, e talvez aproveitar esse espaço de uma forma melhor.





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Agora vou mostrar a parte da esquerda do armário que é uma parte de difícil acesso porque a cama fica bem na frente, mas é o que está tendo, haha.




Ali fica o cabideiro, onde guardo meus casacos de frio. Eu tenho pouca coisa mesmo por falta de espaço, mas costumo usar muito também os casacos da minha mãe e irmã que ficam nos armários delas, aqui a gente divide tudo, haha. Também ficam aí minhas calças jeans, leggings e outras calças de sair.



Debaixo das calças fica essa caixa grande onde coloco minhas bolsas e mochilas, além de nécessaire e um guarda-chuva. A caixa coube perfeitamente aí e ajuda bastante pra organizar essas coisas que antes ficavam jogadas e bagunçadas aí dentro.



Atrás dos casacos eu guarda essa outra caixa onde ficam umas sandálias baixas de verão que tenho, além de chinelo e rasteirinhas. E não apareceu na foto, mas também costumo guardar junto, atrás dos casacos, uma bota de cano longo que eu tenho.





E por fim, lá embaixo, ficam todos os meus sapatos. Não posso ficar tendo muitos porque esse é todo o espaço que possuo, haha. Atrás desses que estão na frente ainda tem mais, porém são os que uso com menos frequência porque é super difícil de ter acesso a eles, o espaço é super apertado.



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E por fim, as cinco gavetas que ficam no meio.

A primeira gaveta é onde guardo coisas pequenas como: calcinhas, sutiãs, meias, luvas, cintos, agora as máscaras também. Tudo isso em colmeias organizadoras que ajudam bastante a manter tudo organizado, além de deixar a gaveta infinitamente mais bonita. Fiz questão de comprar transparente para ficar o mais clean e minimalista possível. Recomendo demais!

As minhas são de uma marca chamada ÚTIL Utilidade Doméstica. Não é publi, mas poderia ser, haha! Comprei não só pra mim, mas também pra toda a minha família e estou recomendando pra todo mundo porque realmente é bom.



A segunda gaveta é a das “brusinhas” de sair, então tão blusas regatas e de mangas. Preciso fazer uma limpa e tirar o que não uso mais tanto, por isso ela parece “abarrotada”. Ah, e note que eu costumo separar as roupas entre “de sair” e “de ficar em casa”, haha. E claro, mais colmeias organizadoras. É bem mais prático poder visualizar as roupas assim quando estão deitadas, do que em pilhas.





Na terceira gaveta, do lado esquerdo, eu organizei na colmeia todos os meus vestidos, ao fundo são os shorts de ficar em casa, e na frente são as blusinhas também de ficar em casa.



Na quarta gaveta fica um pouco de tudo. Nas duas pilhas do fundo ficam os shorts jeans e saias, tudo de sair. Na frente, lado esquerdo, são calças de ficar em casa. No meio são umas saias compridas que tenho. E na frente, lado direito, são os pijamas.



Por fim, na quinta e última gaveta, ficam minhas blusas de frio e moletons. As duas pilhas do lado direito são de ficar em casa, já as outras pilhas são tudo de sair.



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E é isso! Tem sim algumas coisas que eu sinto que poderia organizar melhor, mas por enquanto tem servido aos meus propósitos do dia-a-dia.

E por mais estranho que pareça, eu não arrumei todo o meu armário antes de tirar as fotos e fazer esse post, ele já estava assim, eu procuro o máximo possível manter organizado sempre porque não suporto bagunça, me deixa muito irritada e desconfortável. Eu sou muito a maníaca por organização, hahaha.

Espero que tenham gostado!


No ano passado eu fiz um post aqui no blog fazendo um tour pelo meu quarto mostrando ele pronto e do jeito que eu sempre quis, o post você c...

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