Eu, meus pais e minhas irmãs sempre fomos muito apaixonados por bichinhos de estimação, eles sempre fizeram parte da nossa casa e da nossa família, eu nunca passei por nenhum período da vida (desde antes de eu me entender por gente) sem ter pelo menos algum na nossa casa. Eu cresci com eles, então não tinha como não ser apaixonada pelos animais e, consequentemente, ter sido uma pessoa mais feliz por causa deles.
Sendo assim, resolvi fazer esse post falando sobre todos os pets que já tive na minha vida desde que eu nasci até os dias de hoje, então esse post será atualizado pelo resto da minha vida, pois eu faço questão de ter sempre algum bichinho na minha casa. Esse é um post nostálgico e amoroso, pois todos me marcaram profundamente com o seu amor infinito e quero me lembrar de cada um deles para sempre.
E apenas para deixar claro: todos os pets foram adotados, nunca comprados (eu me orgulho de dizer isso), além também de terem sido castrados e vacinados.
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Pig
Eu nasci em setembro de 1990 e a Pig era uma cadela muito fofa que nasceu em janeiro de 1991 e que meus pais resolveram adotar, então nós tínhamos apenas 4 meses de diferença e crescemos juntas. Minha mãe deu esse nome a ela por causa da Miss Piggy, uma porquinha do desenho dos Muppets que ela adorava e achava muito engraçada. O programa fazia sucesso na época.
Pensa numa cadela super comportada e obediente, não dava um pingo de trabalho. A Pig gostava de todos nós da família, até mesmo das minhas duas irmãs que nasceram 5 e 10 anos depois dela, porém não gostava muito de visitas e ficava um tempão latindo para qualquer um que chegasse lá em casa até ela cansar e sossegar. Mas era com a minha mãe que a Pig se derretia inteira, e ganhar carinho dela era o auge, chegava a fazer xixi no chão de tanta felicidade, haha.
Ela era do tipo que vinha nos receber na porta quando voltávamos para casa depois de sair, com latidos de felicidade e abanando o rabo como se fizesse anos que não nos via. Ela também conviveu com a Linda que adotamos mais tarde e as duas se aturavam, apesar de serem cachorro e gato.
A Pig viveu 12 anos, de 1991 até 2003. Infelizmente ela morreu em decorrência de um tumor que ela desenvolveu na velhice e foi muito triste perdê-la porque foi o meu primeiro pet. Eu tinha 12 anos quando aconteceu e havia passado a minha infância inteira com ela, crescemos juntas. Pig foi muito amada e continua sendo até hoje.
Pig
(1991-2003)
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Linda
Houve uma época, em 1997, em que começaram a aparecer vários ratos em casa e eles estavam roendo todas as embalagens de comida e todos os fios dos eletrodomésticos, acabaram com os fios do fogão. A Pig conseguia pegar um ou outro, mas não adiantava muito.
Por fim, meus pais decidiram que iriam adotar um gato e, sabendo disso, meu tio ofereceu uma gata filhote que ele havia encontrado abandonada perto de um rio. E sério, foi só a Linda chegar que na mesma hora todos os ratos fizeram as malas e foram embora, haha, e nunca mais vimos nenhum. Resolveu a situação muito bem.
A Linda foi a nossa primeira gata e eu me apaixonei por ela completamente. Na época eu era criança e não tinha muita criatividade com nomes, haha, então dei o nome de “Linda” porque ela realmente era muito linda, com olhos azuis e toda peluda num tom de creme/pérola, muito maravilhosa.
Meu pai foi um pouco resistente no início, nunca conviveu com gatos antes da Linda e tinha aquela ideia preconceituosa de que gato é traiçoeiro e interesseiro. Só aceitou a Linda porque ele não tinha outra escolha por conta dos ratos. É claro que não demorou nada e ele também acabou mudando completamente de ideia, se apaixonou por ela e passou a amar os gatos também.
Não foi preciso passar por nenhuma adaptação entre a Pig e a Linda. Elas não chegaram a ser grandes amigas, mas também não se odiavam, apenas conviviam muito bem uma com a outra. Linda também era um amor de gata, muito comportada. Acho que nunca mais tivemos uma dupla de bichinhos que nos deu menos trabalho na vida do que essas duas (ao contrários dos próximos, haha). Linda quase nunca miava, a gente brincava que era porque ela não sabia miar já que só convivia com a Pig que latia (e talvez fosse isso mesmo).
Uns anos mais tarde a gente reparou que a Linda começou a desenvolver cegueira porque ela batia muito de frente com a parede e com os objetos no caminho, muito embora tentava se orientar pelo olfato no ambiente da casa que ela já conhecia. Ficou muito perdida e precisava bastante da nossa ajuda para chegar até a caixa de areia e à caminha dela.
Ela viveu 9 anos, de 1997 até 2006. Um dia nós viajamos e ela ficou aos cuidados de um primo meu que um dia se esqueceu de abrir a porta de casa e colocar ela para dentro, então ela se perdeu. Ficamos arrasados quando voltamos para casa. Procuramos bastante por toda parte, mas infelizmente nunca achamos ela. Na época eu tinha 16 anos.
Linda
(1997-2006)
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Salen
Depois que a Pig morreu em 2003, nós resolvemos adotar outro gato para fazer companhia para a Linda, então adotamos o Salen de uma amiga da minha mãe cuja gata tinha dado cria. Ele era um gato todo preto, a coisa mais linda e perfeita, e o primeiro macho que tivemos. E a minha “criatividade” não tinha limites, haha, pois resolvi dar para ele o nome mais manjado de todos para um gato preto: "Salen", por conta do programa Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira, que tinha um gato preto com esse nome.
Eu me lembro pouco dele porque infelizmente ele viveu pouco com a gente, apenas 4 anos (de 2003 até 2007) porque ele não costumava ficar quieto em casa, gostava bastante de sair e andar por todo o terreno em que morávamos, subia em árvores, se escondia no mato, e infelizmente começou a comer comida do lixo na rua (e nós não víamos isso).
Só fomos descobrir que o fígado dele já estava comprometido quando já era tarde demais e ele acabou falecendo. Eu tinha 17 anos na época. Foi a primeira vez que tivemos um gato “rebelde” que vivia fugindo de casa e voltando muitas horas depois, a Pig e a Linda não eram assim. E foi assim que a gente aprendeu na época a importância de manter os bichinhos dentro de casa e só deixá-los sair com acompanhamento.
O Salen chegou a conhecer a Lylú por pouco tempo. Ela era uma filhote cheia de energia que queria brincar, mas ele não tinha paciência para isso e não dava muita bola para ela, haha.
Salen
(2003-2007)
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Lylú
A Lylú nasceu em 2007, quando eu tinha 17 anos. Resolvemos adotá-la para fazer companhia para o Salen que estava sozinho em casa desde que a Linda faleceu no ano anterior, em 2006. Infelizmente a Lylú e o Salen não chegaram a conviver por muito tempo, já que ele morreu alguns meses depois, ainda em 2007.
Lylú era danada quando filhote, gostava muito de brincar, aprontar e miar bastante. Também era “rebelde”, corria solta pelo terreno e subia em árvores, mas sempre na frente de casa e sendo supervisionada por um de nós.
Dois anos depois, em 2009, nós saímos da casa térrea que morávamos e fomos morar em um apartamento que fica no terceiro e último andar de um condomínio. Claro que mandamos colocar telas em todas as janelas para manter a Lylú segura, e o máximo que ela saía era no corredor do nosso andar onde batia sol, mas ela estava proibida de subir no muro ou descer as escadas.
A partir daí ela passou a levar uma vida sedentária, já que não tinha mais o terreno para correr, então passava a maior parte do tempo dormindo na caminha dela. É claro que às vezes batia um pico de energia e ela ficava doida para brincar, mas o problema é que ela gostava de brincar de arranhar e morder, então sempre ficávamos com os braços arranhados, hahaha. E ela amava levar tapas no bumbum, ficava esperando por isso, haha, principalmente do meu pai que era quem ela mais gostava.
Ela conviveu com o Garu durante 11 anos, mas os dois nunca foram muito próximos, afinal a Lylú era uma gata brava e vivia batendo no coitado, então ele procurava sempre manter distância dela.
Lylú viveu 13 anos, de 2007 até 2020. Nos seus últimos meses ela começou a ficar cada vez mais doente por conta de uma série de fatores da idade mesmo, até que não resistiu e faleceu. Eu já tinha 30 anos e chorei muito essa perda.
Fiz um post aqui no blog em homenagem a ela: Lylú, para sempre no meu coração.
Lylú
(2007-2020)
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Garu
Em 2009, quando nos mudamos para o apartamento, resolvemos adotar um gato para fazer companhia para a Lylú, então chegou o Garu. Eu tinha 19 anos na época.
Ele veio de uma vizinha dos pais do marido da minha prima (confuso, haha) que ouviu falar que nós queríamos adotar um gato macho e laranja. A gata dela tinha dado cria e ela nos ofereceu o filhote, então aceitamos. O nome dele veio do desenho da Pucca, que era apaixonada por um ninja chamado "Garu". Na época estávamos viciados nesse desenho muito fofo, então o nome ficou quando o gato chegou.
A vida inteira o Garu foi muito carinhoso e fofo, amava estar na companhia de alguém para dormir tranquilo, chegava a ser bem grudento, querendo subir no nosso colo o tempo todo. A humana favorita dele era a minha mãe. Ele era o xodó dela.
Por ter essa personalidade tranquila, Garu sempre foi muito comportado e obediente. Nunca desceu as escadas do nosso andar ou pulou no muro, só gostava de ficar deitado no corredor onde batia sol. Dava para ficar totalmente despreocupado sabendo que ele nunca ia fugir. Já aconteceu de a porta fechar com o vento e ele ficar sozinho do lado de fora, apenas miando pedindo para entrar.
Mas é claro que às vezes batia o pico de energia nele e saía correndo pelo apartamento, era até engraçado ver os olhos arregalados da Lylú tentando acompanhar aonde ele ia, isso quando ele não pulava em cima dela, hahaha.
Por mais que eles não fossem tão próximos, nós percebemos que o Garu ficou cabisbaixo quando a Lylú morreu, afinal foram 11 anos juntos, foi então que resolvemos adotar não um, mas DOIS gatos filhotes de uma vez para fazer companhia para o Garu, então chegaram o Luke e a Léia. Logo percebemos que foi a melhor decisão, pois o Garu, mesmo já sendo um gato idoso, se tornou muito ativo brincando com os dois gatinhos. Ele viveu com os dois durante 5 anos.
Por fim, Garu já estava com 16 anos quando começou a demonstrar sinais de fraqueza e exaustão. Não tinha mais forças para subir nas camas e sofá, nem mesmo andar até a cozinha para comer ou à área de serviço para usar a caixa de areia. Então deixávamos todas essas coisas perto dele, na sala. Por fim ele não resistiu e faleceu em 2026. Eu tinha 35 anos e ele foi o gato que mais viveu da nossa família.
Também fiz um post em homenagem a ele: Até um dia, meu querido Garu.
Garu
(2009-2026)
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Luke e Léia
A vida toda nós gostamos de ter uma dupla de gatos em casa, um macho e uma fêmea, para que eles fizessem companhia um para o outro e brincassem juntos. Quando a Lylú faleceu e o Garu ficou sozinho, o certo seria adotarmos uma fêmea, mas o Garu já estava idoso (11 anos), certamente não brincaria muito com a filhote que ficaria sozinha, foi por isso que resolvemos adotar dois filhotes de uma vez (macho e fêmea) para crescerem juntos, e assim chegaram o Luke e a Léia em 2021 (Bem-vindos Luke e Léia).
O Luke veio da amiga da nossa vizinha que encontrou ele sozinho em um terreno, ela nos mostrou a foto dele e para mim foi amor à primeira vista, tinha que ser ele. Já a Léia veio da ninhada da gata de uma amiga da minha mãe, que mandou foto de todos os filhotes e a minha irmã Carol se apaixonou pela Léia. Então eles dois não são irmãos de sangue, mas cresceram como se fossem.
O Luke é muito medroso com qualquer um e detesta beijos e abraços, fica fugindo de todo mundo, mas ama estar comigo porque eu não fico apertando-o, então eu me tornei a humana preferida dele, haha. Já a Léia gosta de todo mundo e de estar na companhia de todos, ela vem receber na porta todo mundo que chega em casa, miando e implorando por atenção e carinho, haha, é muito carinhosa e fofa.
A Léia aprendeu com o Luke o truque de se esconder debaixo das colchas nas camas sempre que chega visitas em casa (muito medrosos), e o Luke aprendeu com a Léia a diversão que é ficar brincando com uma simples bolinha de papel, daí os dois imploram por isso. Muito fofo ver eles brincarem e levarem a bolinha na boca pela casa toda.
Ambos conviveram com o Garu durante 5 anos, viviam provocando o mais velho para brincar com eles e dava muito certo, pois os três gatos corriam um atrás do outro pela casa toda, era uma bagunça.
Ambos ainda estão vivos e morando na casa da minha mãe, em Guarulhos/SP.
Luke e Léia
(2021-presente)
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Alaska e Loki
Quando eu me mudei no início de 2025 para morar com meu namorado em Cuiabá/MT, ele sentiu a necessidade de adotar um gato para me fazer companhia, já que eu estava longe dos meus gatos e família, então adotou a Alaska que já tinha 3 meses.
Eu confesso que levei vários meses para me acostumar com ela porque não estava nos meus planos e vontades adotar um gato naquela época, expliquei melhor no post A chegada (polêmica) da Alaska. Mas é claro que é impossível não se encantar com ela, afinal eu amo gatos, e ela sempre foi muito fofa, querida e carinhosa. Também sempre foi muito brincalhona e ficava tentando brincar comigo o tempo todo, foi quando eu percebi que ela precisava de uma companhia felina para aprontar juntos.
Não é a toa que eu e minha família sempre tivemos dois gatos em casa, eles sentem a necessidade de brincar com alguém, ter um companheiro de travessuras ou de sonecas, ficam mais felizes assim. É por isso que eu senti a necessidade de adotar um irmãozinho para a Alaska, então pegamos o Loki que tinha 2 meses (Seja bem-vindo, Loki).
Foi uma decisão muito acertada, pois os dois brincam bastante um com o outro, principalmente de ficarem correndo pela casa quando bate o pico de energia neles, é muito engraçado de ver. A Alaska é mais carinhosa e comportada, já o Loki é mais arteiro e passa o dia querendo aprontar por ele e por tudo o que a Alaska não aprontou.
Ambos ainda estão vivos e morando comigo em Cuiabá/MT.
Alaska e Loki
(2025-presente)
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Ao todos foram esses nove pets que eu já tive ou tenho na minha vida desde que nasci em 1990 até hoje. Foi por causa deles que hoje sou apaixonada por animais, mas em especial por gatos que combinam mais com a minha personalidade. Costumam ser mais tranquilos de um modo geral e independentes, portanto, mais fácil de cuidar.
Todos os meus pets foram motivo de vários momentos felizes em casa com minha família, várias risadas, divertimento, fofura e principalmente muito amor, tanto da nossa parte quanto da parte deles. Não sei o que teria sido da minha vida se meus pais fossem do tipo que não querem bagunça em casa por conta dos animais, acho que não tão feliz como foi com eles.
O amor que eles transmitem é infinito e verdadeiro, por isso que eu recomendo fortemente: adotem! Mas claro, apenas se você tiver condições de criar, proporcionar tudo o que eles necessitam e sabendo que é um compromisso sério pelos próximos 15 anos, em média.
Amo vocês para sempre!
Pig, Linda, Salen, Lylú, Garu, Luke, Léia, Alaska e Loki
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Não sei se foi pelo nome, mas achei que na primeira foto, a pig realmente parecia uma porquinha (igual o baby do filme ♥).
ResponderExcluirAh e os gatinhos são todos muito lindinhos! Diferentemente de você, eu só tive cães e nunca gato. Mas ando com tanta vontade de adotar uma. Mas acho que meus pais não me deixariam :(
A inspiração bem podia ter sido o filme do baby de tanto que minha mãe era apaixonada por esse filme hahah mas realmente, ela sempre me lembrou uma porquinha fofa <3
ExcluirAaah tomara que seus pais te deixem adotar, são muito fofooos, e quem sabe eles tbm não caiam de amores né!
Beijos!
Te entendo muito! Desde que nasci tenho bichos de estimação e atualmente tenho 3 hahahaha uma cadela carinhosa e enorrrrrrme (para nós que vivemos em uma casa pequena na cidade, ela é uma mistura de labrador) e um casal de gatos que só comem e dorme o dia inteiro hahahahahhahaha
ResponderExcluirAmei o post!
abraços!
Ai gente socorro, que lindooos só de vc descrever hahahah Nunca resisto quando vejo um bichinho, dá vontade de apertar, e parece que os seus são assim kkkk dá muita alegria pra gente *-*
ExcluirBeijos!
Ahh que post mais amorzinho, fiquei nostalgica tb lembrando de todos os animais que já passaram pela minha vida. São seres tão especiais que fazem da nossa vida muito melhor, né? O unico defeito é que eles vivem tão pouco :(
ResponderExcluirÉ o que eu sempre falo: um média de 15 anos de vida (alguns vivem pouco mais, outros pouco menos), é pouquíssima coisa, passa voando, e por isso é tão injusto, esses bichinhos deviam viver pra sempre de tão especiais que são, haha.
ExcluirBom, se não fisicamente, pelo menos na nossa memória eles vivem sim pra sempre <3
Beijos!
Ah que amor! Eu amava o desenho animado Muppet Babies e assistia bem nessa época que vcs adotaram a Pig. Quanto ao primo, eu ia não ia conseguir mais olhar na cara dele... Amei a foto da Lylú pulando em cima do Salen hahahah Garu tem um comportamento parecido com o da minha Lola que tb é laranjinha que nem ele. Ela e a Amélie são os amores felinos da minha vida. Eu sempre quis ter gato quando era criança, mas minha mãe nunca deixou. Daí adotei depois de adulta. Ainda não senti a dor da perda de um bichinho e espero não sentir tão cedo. Amei o post. <3
ResponderExcluirAcho que os Muppets estavam bem em alta nessa época, eu tbm assistia demais, amava!
ExcluirTodo filhote é muito engraçadinho e naquela foto a Lylú era bem danada, mexia com o Salen sem dó, coitado kkkk
Que nomes mais fofos, Lola e Amélie, amei demais, e devem ser as coisinhas mais fofas do mundo, não resisto! *-* Que bom que vc pôde realizar seu sonho de ter gatinhos.
Nossa espero mesmo que demore muuuuuito pra vc sentir essa dor, que infelizmente é inevitável, mas o que importa é vcs se curtirem muito a vida inteira delas e criarem boas lembranças.
Beijos!