Os pets que já tive na vida

15.2.21 Renata Carvalho 8 Comments


Eu e minha família sempre fomos apaixonados por bichinhos de estimação, sempre fizeram parte da nossa vida e sempre nos fizeram extremamente felizes, então claro que nunca passamos nenhum período da vida (desde antes de eu me entender por gente) sem ter pelo menos algum na nossa casa.

Sendo assim, resolvi fazer um post falando sobre todos os que já tivemos a partir do momento em que eu nasci (em 1990) até hoje. Vai ser um post super nostálgico porque cada um deles me marcou bastante e que quero me lembrar para sempre.

Ah, e só pra não ficar repetitivo no post: TODOS os nossos pets foram adotados (nunca comprados) e foram castrados quando filhotes.

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PIG
Eu nasci em setembro de 1990, e a Pig era uma cadela super fofa que nasceu em janeiro de 1991 e que meus pais resolveram adotar, então eu era apenas 4 meses mais velha do que ela e nós crescemos juntas. Minha mãe deu esse nome a ela por causa da Miss Piggy, que era uma personagem do programa dos Muppets e que ela adorava, achava super engraçada.

Pensa numa cadela super comportada, obediente, não dava um pingo de trabalho. A Pig gostava de todos nós da família, até mesmo das minhas duas irmãs que nasceram 5 e 10 anos depois dela, porém ela não ia muito com a cara de quem fosse de fora. Ficava uns cinco minutos latindo sempre que chegava visita em casa até se cansar e sossegar, haha. Mas era com a minha mãe que a Pig se derretia inteira, e ganhar carinho dela era o auge, chegava a fazer xixi de tanta felicidade, hahaha.

Ela era do tipo que vinha receber a gente na porta sempre que voltávamos pra casa depois de sair, com latidos de felicidade como se fizesse anos que não nos via, era muito fofa. E ela conviveu com a Linda que adotamos mais tarde.

Ela viveu 12 anos, de 1991 até 2003. Infelizmente ela morreu em decorrência de um tumor que ela desenvolveu na velhice (eu tinha 12 anos quando aconteceu), e foi muito triste perde-la porque foi nosso primeiro pet, eu passei minha infância inteira com ela, crescemos juntas. Ela foi amada por nós a vida inteira dela e continua sendo até hoje.

Pig
(1991 – 2003)






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LINDA
Houve uma época em que começaram a aparecer vários ratos em casa que estavam roendo todas as embalagens de comida e todos os fios, chegaram a acabar com os fios do fogão. A Pig tentava pegar quando via algum, mas não era a “especialidade” dela, haha.

Por fim meus pais decidiram que iriam adotar um gato e, sabendo disso, meu tio ofereceu uma gata filhote que ele encontrou abandonada perto de um rio na mesma época. E sério, foi só a Linda colocar a primeira pata pra dentro de casa que na mesma hora todos os ratos fizeram as malas e foram embora, haha, e nunca mais vimos nenhum. Resolveu a situação super bem!

Foi a nossa primeira gata e também não tinha como ser diferente: nos apaixonamos na mesma hora. Quero dizer, meu pai foi resistente no início, nunca conviveu com gatos na vida antes disso e tinha aquela ideia preconceituosa de que gato é traiçoeiro e interesseiro, e só aceitou a Linda porque não tinha escolha por causa dos ratos. Claro que não demorou nada e ele também mudou de ideia completamente, se encantou e se apaixonou pela Linda e passou a amar os gatos também.

Na época eu era criança e não tinha muita criatividade pra nomes, haha, então dei o nome de Linda porque ela realmente era muito linda, olhos azuis, toda peluda e num tom creme/pérola, maravilhosa.

Não foi preciso passar por nenhuma adaptação entre a Pig e a Linda. Elas não eram melhores amigas, mas também não se odiavam, conviviam super bem uma com a outra. Linda também era um amor de gata, super comportada. Acho que não tivemos uma dupla de bichinhos que nos deu menos trabalho na vida do que essas duas (ao contrário dos próximos, haha). Linda quase nunca miava, a gente brincava que era porque ela não sabia miar porque só convivia com a Pig que latia (e talvez fosse isso mesmo!).

Uns anos mais tarde a gente reparou que a Linda começou a desenvolver cegueira porque ela batia bastante de frente com a parede e com os objetos no caminho, muito embora tentava se orientar pelo olfato no ambiente da casa que ela já conhecia. Ficou muito perdida e precisava bastante da nossa ajuda pra chegar por exemplo à caixa de areia e à caminha dela.

Ela viveu 9 anos, de 1997 até 2006. Um dia nós viajamos e ela ficou sendo cuidada por um primo meu que um dia se esqueceu de abrir a porta e colocar ela pra dentro de casa, e assim ela se perdeu. Ficamos arrasados quando voltamos pra casa, na época morávamos em uma casa que ficava num terreno grande que pertencia ao meu avô, e meu pai procurou por muito tempo em toda parte, mas infelizmente nunca achou ela. Eu tinha 16 anos.

Linda
(1997 – 2006)

Salen e Linda

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SALEN
Depois que a Pig morreu em 2003, nós resolvemos adotar outro gato para fazer companhia para a Linda pra ela não ficar sozinha na época, então adotamos o Salen de uma amiga da minha mãe cuja gata dela tinha dado cria. Ele era um gato todo preto, coisa mais linda e perfeita, e o primeiro macho que tivemos. E minha “criatividade” não tinha limites, resolvi dar pra ele o nome mais manjado de todos pra um gato preto: Salen, por causa do programa da Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira, que tinha um gato preto chamado Salen, hahaha.

Eu me lembro pouco dele porque infelizmente ele viveu pouco com a gente, apenas 4 anos, de 2003 até 2007, porque ele não costumava ficar quieto em casa, gostava bastante de andar por todo o terreno em que morávamos, subia em árvores, se escondia no mato e infelizmente começou a comer comida do lixo na rua (e nós não víamos isso).

Só fomos descobrir que o fígado dele já estava comprometido quando já era tarde demais e ele acabou falecendo. Eu tinha 17 anos na época. Foi a primeira vez que tivemos um gato “rebelde”, que gostava de sair de casa e explorar o terreno, porque a Linda não era assim. E foi assim que a gente aprendeu na época da importância de manter os bichinhos dentro de casa e só deixá-los sair acompanhados por um de nós pelo próprio bem deles.

O Salen chegou a conhecer a Lylú por pouco tempo, ela era uma filhote cheia de energia que queria brincar, mas ele já era mais velho e não dava tanta bola assim pra ela, haha.

Salen
(2003 – 2007)

Lylú brincando com o Salen

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LYLÚ
Eu já fiz um post aqui no blog completo e detalhado contando toda a vida da Lylú, você confere aqui: Lylú, para sempre no meu coração. Então agora só vou resumir.

A Lylú nasceu em 2007. Um tio meu tinha uma gata que tinha dado cria, e um dos filhotes era a Lylú, então resolvemos adotar para ela fazer companhia para o Salen que estava sozinho desde que a Linda morreu no ano anterior, em 2006. Infelizmente não chegaram a conviver por muito tempo, só alguns meses, já que ele também morreu em 2007.

Lylú também era danada quando mais jovem, gostava de aprontar, brincar, miar. Também corria solta pelo terreno e subia em árvores, mas sempre na frente de casa e sendo supervisionada por um de nós.

Dois anos depois nós nos mudamos para o apartamento atual que fica dentro de um condomínio fechado, e claro que mandamos colocar tela em todas as janelas para levar a gata e ela ficar segura. E a partir daí ela passou a levar uma vida sedentária, já que não tinha mais um terreno pra correr, então ficava a maior parte do tempo dormindo na caminha dela. Mas claro que ela sempre teve um pico ou outro de energia e queria brincar, o problema é que ela gostava de brincar de arranhar e morder, então sempre ficamos com os braços arranhados, hahaha. E ela também amava levar tapas leves no bumbum, como falei no post, haha.

Ela viveu 13 anos, de 2007 até 2020, até que começou a ficar cada vez mais doente por causa de uma série de fatores por conta da idade mesmo, até que não resistiu e faleceu. Eu já tinha 30 anos.

Lylú
(2007 – 2020)

Lylú e Garu

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GARU
A vida toda nós sempre gostamos de ter uma dupla de gatos em casa, um macho e uma fêmea, para que eles fizessem companhia um para o outro e brincassem juntos, nunca pra procriar, claro. Então em 2009, quando nos mudamos para o apartamento, resolvemos adotar um gato para fazer companhia para a Lylú que estava sozinha, então chegou o Garu.

O nome dele veio do desenho da Pucca, que era apaixonada por um ninja chamado Garu, e nós achávamos o desenho muito fofo, então o nome ficou quando o gato chegou. E ele veio de uma vizinha dos pais do marido da minha prima (eu sei, ficou confuso, haha) que ouviu falar que nós queríamos um gato macho e laranja e a gata dela tinha dado cria.

Até hoje Garu continua vivo e bem com a gente e é o nosso xodó, super carinhoso e fofo, ama estar sempre na companhia de alguém e detesta ficar sozinho, chega a ser bem grudento, haha.

Como foi criado apenas no apartamento e nunca saiu daqui pelo próprio bem dele, o apartamento é tudo o que ele conhece na vida e tem medo de qualquer coisa que envolve sair daqui, por isso que o máximo que ele sai é no corredor em frente ao apartamento, nunca pula no muro ou desce as escadas, então dá pra ficar totalmente despreocupado que ele não vai fugir. Já até aconteceu de a porta fechar sem querer com o vento e ele ficar sozinho do lado de fora, e não é que ele ficou miando pedindo pra entrar? É muito bonzinho e tranquilo.

Mas claro, ele também tem os picos de energia dele pra aprontar, sai correndo pelo apartamento de tal forma que era engraçado ver os olhos arregalados da Lylú tentando acompanhar pra onde ele ia, isso quando ele não pulava por cima dela, HAHAHAHA.

Garu é tão grudento e ciumento com nós da família que eu me pergunto como ele reagiria se nós resolvêssemos adotar um novo gato pra fazer companhia pra ele e também porque sempre gostamos de ter dois gatos, mas tudo a seu tempo, não é algo urgente pra se pensar agora.

Garu
(2009 – presente)

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E esses foram todos os 5 pets que nós tivemos na vida até hoje: um cachorro e quatro gatos.

A partir dos anos 2000 a rotina da nossa família mudou: novos trabalhos, novas escolas (eu mesma passei para a adolescência, minha irmã caçula nasceu...) e a vida ficou um pouquinho mais corrida.

Nós notamos que era muito mais fácil ter gatos (que eram um pouco mais independentes) do que cachorros (que necessitavam de passeios diários e espaço para correr), POR ISSO que só tivemos um cachorro, a Pig (durante os anos 90), e o resto foi tudo gato (a partir dos anos 2000).

Mas morremos de amores por todos os animais de forma igual! Nossos pets sempre foram motivo de vários momentos felizes aqui em casa, várias risadas, muito divertimento e principalmente muito amor, tanto da nossa parte quanto da parte deles. Por isso que recomendo fortemente: adotem!

(Claro, apenas se tiverem condições de criar e sabendo que é um compromisso sério pelos próximos 15 anos, em média.)

Eu e minha família sempre fomos apaixonados por bichinhos de estimação, sempre fizeram parte da nossa vida e sempre nos fizeram extremamente...

8 comentários:

  1. Não sei se foi pelo nome, mas achei que na primeira foto, a pig realmente parecia uma porquinha (igual o baby do filme ♥).

    Ah e os gatinhos são todos muito lindinhos! Diferentemente de você, eu só tive cães e nunca gato. Mas ando com tanta vontade de adotar uma. Mas acho que meus pais não me deixariam :(

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    1. A inspiração bem podia ter sido o filme do baby de tanto que minha mãe era apaixonada por esse filme hahah mas realmente, ela sempre me lembrou uma porquinha fofa <3

      Aaah tomara que seus pais te deixem adotar, são muito fofooos, e quem sabe eles tbm não caiam de amores né!

      Beijos!

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  2. Te entendo muito! Desde que nasci tenho bichos de estimação e atualmente tenho 3 hahahaha uma cadela carinhosa e enorrrrrrme (para nós que vivemos em uma casa pequena na cidade, ela é uma mistura de labrador) e um casal de gatos que só comem e dorme o dia inteiro hahahahahhahaha
    Amei o post!
    abraços!

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    1. Ai gente socorro, que lindooos só de vc descrever hahahah Nunca resisto quando vejo um bichinho, dá vontade de apertar, e parece que os seus são assim kkkk dá muita alegria pra gente *-*

      Beijos!

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  3. Ahh que post mais amorzinho, fiquei nostalgica tb lembrando de todos os animais que já passaram pela minha vida. São seres tão especiais que fazem da nossa vida muito melhor, né? O unico defeito é que eles vivem tão pouco :(

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    1. É o que eu sempre falo: um média de 15 anos de vida (alguns vivem pouco mais, outros pouco menos), é pouquíssima coisa, passa voando, e por isso é tão injusto, esses bichinhos deviam viver pra sempre de tão especiais que são, haha.

      Bom, se não fisicamente, pelo menos na nossa memória eles vivem sim pra sempre <3

      Beijos!

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  4. Ah que amor! Eu amava o desenho animado Muppet Babies e assistia bem nessa época que vcs adotaram a Pig. Quanto ao primo, eu ia não ia conseguir mais olhar na cara dele... Amei a foto da Lylú pulando em cima do Salen hahahah Garu tem um comportamento parecido com o da minha Lola que tb é laranjinha que nem ele. Ela e a Amélie são os amores felinos da minha vida. Eu sempre quis ter gato quando era criança, mas minha mãe nunca deixou. Daí adotei depois de adulta. Ainda não senti a dor da perda de um bichinho e espero não sentir tão cedo. Amei o post. <3

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    1. Acho que os Muppets estavam bem em alta nessa época, eu tbm assistia demais, amava!

      Todo filhote é muito engraçadinho e naquela foto a Lylú era bem danada, mexia com o Salen sem dó, coitado kkkk

      Que nomes mais fofos, Lola e Amélie, amei demais, e devem ser as coisinhas mais fofas do mundo, não resisto! *-* Que bom que vc pôde realizar seu sonho de ter gatinhos.
      Nossa espero mesmo que demore muuuuuito pra vc sentir essa dor, que infelizmente é inevitável, mas o que importa é vcs se curtirem muito a vida inteira delas e criarem boas lembranças.

      Beijos!

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