Bem-vindos Luke e Léia

29.3.21 Renata Carvalho 2 Comments



Já tenho uma super novidade pra contar: deu a louca aqui em casa e resolvemos adotar DOIS gatos bebês de uma vez só! Aconteceu então “A Ascensão Skywalker” nessa casa (haha) e chegaram o Luke e a Léia.

Os nomes são porque nós todos gostamos bastante de Star Wars, mas a minha mãe é viciada nessa saga a vida inteira, fã de carteirinha, e como queríamos adotar já um casal, deu super certo colocar esses nomes neles.

Luke

Como eu disse no post: Os pets que já tive na vida, aqui em casa nós sempre gostamos de ter uma dupla de gatos, um macho e uma fêmea, então depois que a Lylú faleceu em dezembro de 2020 (Lylú, para sempre no meu coração), era de se esperar que adotássemos uma gata fêmea agora, já que continuamos com o Garu que é macho e atualmente tem 11 anos.

Porém, a gente sabia que o Garu já está mais velho e não iria querer brincar com a gatinha nova, e o nossa vontade mesmo era os gatos crescerem juntos, brincarem juntos, fazerem companhia um para o outro o tempo todo. Mas com certeza o Garu iria ignorar ela que ficaria sozinha querendo brincar com alguém.

Sendo assim, resolvemos adotar 2 gatos bebês então, um macho e uma fêmea, para que eles dois sim fossem uma dupla dinâmica e vivessem juntos, haha. Então chegou o Luke e a Léia que, apesar de não serem irmãos, imediatamente se apegaram muito um ao outro e já estão brincando muito juntos, aprontando juntos, revirando essa casa de pernas para o ar, hahaha, mas já era de se esperar, filhotes são assim mesmo.

Léia

Luke: Uma amiga da nossa vizinha postou um stories falando de um gato bebê macho que estava para adoção. Foi encontrado por ela abandonado num sítio. A vizinha nos encaminhou esse storie porque ela sabia do nosso desejo de adotar, e na mesma hora me apaixonei perdidamente por ele e soube na mesma hora que tinha que ser ele. Falamos com a moça que trouxe o gatinho até o nosso bairro e minha irmã foi busca-lo com ela e trouxe pra casa.

Léia: Uma amiga do trabalho da minha mãe tinha uma gata que acabou de dar cria (infelizmente não castrou a bichinha </3) e mostrou foto dos gatinhos para a minha mãe porque ela também sabia que queríamos adotar (sim, nós espalhamos a notícia por aí, caso alguém soubesse de gatos para adoção). E apesar de nós querermos na verdade uma gata toda preta, nos apaixonamos por essa que é toda preta, porém tem a barriga, o focinho e as patas brancas. Então a moça levou a gatinha pra minha mãe que trouxe pra casa.

Luke e Léia brincam juntos o tempo todo

O Garu é muito medroso e um pouco ciumento, além de ser bem mais velho e já não ser mais muito fã de brincadeiras. O negócio dele agora é só comer e dormir, além de receber muito carinho. Então de fato, ele não quis brincar com os gatinhos quando chegaram. No começo ele tinha medo dos dois gatinhos, na verdade ainda tem um pouco, não quer nem chegar perto, mas já atura estar no mesmo ambiente que eles, haha. E claro que continuamos a dar muita atenção e carinho pra ele como sempre, para que ele não se sinta excluído.

Achamos que ele está lidando com a chegada dos gatinhos bem melhor do que a Lylú lidou quando o Garu chegou na casa. A Lylú ficou miando e chorando durante dias, não importava quanta atenção e carinho déssemos a ela, por fim obrigamos ela a ficar SIM no mesmo ambiente que ele e assim ela se acostumou com ele, hehe.


Tanto o Luke quanto a Léia chegaram bem sujos e cheios de pulga. Já demos banho e já colocamos remédio antipulga nos três gatos. Também já levamos na veterinária que disse que vão precisar ganhar mais peso e tomar vacinas, então estamos correndo atrás disso tudo. Mas só em 30 dias que estão aqui em casa já deu pra ver uma grande diferença: pararam de se coçar tanto e engordaram um pouco com ração boa (principalmente o Luke que estava desnutrido, coitado).

Sabemos que a Léia nasceu no dia 06 de fevereiro de 2021, não sabemos do Luke, mas como ambos tinham por volta de 1 mês quando chegaram aqui em casa no dia 02 de março, então 06 de fevereiro passou a ser oficialmente a data de aniversário deles.

Quando tiverem idade suficiente, vamos mandar castrar os dois. Também vamos começar a introduzir eles nos beirais daqui de casa (que tem tela) e também no corredor do lado de fora do apartamento que é área comum e ao ar livre onde podem tomar ar fresco e sol. Vai ser um pouco difícil ensinar eles que não devem subir no muro (onde não tem tela) ou descer as escadas, mas se a Lylú e o Garu aprenderam, então eles também podem aprender.


Eles parecem bem raquíticos atualmente, mas pela minha experiência de 25 anos com gatos em casa, sei que quando crescerem vão ficar mais lindos ainda, com o pelo brilhoso. Todo gato que é bem cuidado dentro de casa fica extremamente lindo!

Enfim, estamos muito felizes com a chegada desses dois bebês, são muito fofos e engraçadinhos quando brincam, tudo é novidade pra eles, se encantam com qualquer coisa, haha. Também aprontam bastante, mas nenhuma novidade, o importante mesmo é saber disso tudo quando se decide adotar.


Já tenho uma super novidade pra contar: deu a louca aqui em casa e resolvemos adotar DOIS gatos bebês de uma vez só! Aconteceu então “A Asce...

2 comentários:

  1. aaaaa meu deus, que amorzinho! ♥ que bom que puderam adotar dois bebês, assim é realmente muito melhor para eles brincarem e crescerem juntos, já que seu outro gato não liga tanto. amei demais os dois (saudades de um gatinho neném) e amei os nomes tb <3

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    1. Pois é, gatinhos nenéns são tão fofos, pena que "crescem rápido". É por isso que tô curtindo ao máximo essa fase da vida deles, mesmo que aprontem muito por aqui, haha, mas crianças são assim mesmo. Logo vão crescer e querer ficar só dormindo o dia todo kkk por isso aproveito essa fase enquanto é tempo.

      Beeeijos!

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